Acomodar diferenças culturais

De modo a acomodar as diferenças culturais regionais, locais, étnicas ou particulares, o planejamento didático deve ser flexível e incluir as manifestações artísticas da comunidade. A Teoria das Dimensões Culturais, desenvolvida por Geert Hofstede, é o estudo mais abrangente sobre como os valores no local de trabalho são influenciados por culturas diferentes. Esta teoria tem sido amplamente utilizada em várias áreas como um paradigma para a investigação, particularmente no âmbito da psicologia intercultural, gestão internacional e comunicação intercultural. Learn how to plan, create and deliver effective lessons, and assess each student's learning by studying Alison's Diploma in Educational Psychology. Topic: Acomodar la Diversidad Cultural es - 564 - 41467 O mandamento de amar uns aos outros com certeza inclui amar e respeitar além das diferenças religiosas, raciais, culturais e econômicas. Desafiamos todos os jovens a evitar bullying, insultos, linguajar ou práticas que deliberadamente causam dor aos outros. NOSSA DECLARAÇÃO DE MISSÃO Com os nossos valores corporativos e o modelo de gestão da GELITA, podemos acomodar diferenças individuais e culturais ao mesmo tempo em que vivemos uma cultura comum em todos os locais. NOSSOS VALORES CORPORATIVOS Nossos valores corporativos são confiança, coragem, paixão, empatia, compromisso e CARE. Learn how to plan, create and deliver effective lessons, and assess each student's learning by studying Alison's Diploma in Educational Psychology. Topic: Diferencias culturales – Resumen es - 564 - 41468 En el mundo global de hoy en día, acomodar las diferencias culturales de sus clientes internacionales es esencial para garantizar una experiencia de cliente exitosa. La conciencia es el punto de partida. La conciencia cultural involucra prácticamente todos los aspectos de la estrategia de CX.

Um governo ou uma confederação mundial seria, de modo geral, uma coisa positiva e inevitável

2020.07.05 21:35 Mikelopo1 Um governo ou uma confederação mundial seria, de modo geral, uma coisa positiva e inevitável

Muitas pessoas atualmente têm receios em relação a conceder poderes governamentais para uma entidade supranacional (o que é compreensível), mas no final das contas isso é apenas uma gota de água no oceano de momentos que fazem a experiência política do homem na Terra.
O amor pelos países, o nacionalismo e seu primo semanticamente bem quisto, o patriotismo, gradualmente vão ter de ceder espaço assim como o amor pelas tribos e pequenas comunidades teve que dar espaço para o surgimento do nacionalismo em primeiro lugar.
As línguas da humanidade, tão vastas, vão gradualmente se fundir. E é bem provável que a diferença entre elas se torne apenas uma formalidade muito antes dessa fusão, com a incrementação de aparelhos de tradução ao longo do século XXI.
Os movimentos nacionalistas renascentes no século XXI, diferente do que os reacionários clamam e os progressistas chiam de medo, são apenas espasmos de uma tendência moribunda que dá gritos de agonia ao passo que suas bases econômicas e culturais são uma a uma apagadas. Trump, por exemplo, não tem poder de mudar nada no longo prazo: a demografia dos EUA determina que o Partido Republicano como é hoje organizado esta acabado. O futuro dos Republicanos vai ter que se adaptar para se acomodar a realidade de um EUA cada vez mais latino e negro.
O aquecimento global é sim, uma das maiores ameaças a ordem global. Se por um lado ele faz os países terem um objetivo em comum, ele representa uma ameaça de rompimento da ordem globalista. Mas mesmo assim, no longo prazo, a tendência continua a mesma. Os países do futuro, mesmo que calejados por lidar com crises e guerras ambientais, vão eventualmente chegar no mesmo momento em que estamos agora em termos de incrementação de integração.
A outra ameaça é a guerra nuclear, talvez ironicamente a única forma crível de dar um reset no mundo e criar a realidade de valores conservadores e reacionários que muitos movimentos políticos prezam. No entanto, nem isso conseguiria parar o inevitável destino da humanidade no longo prazo. Mesmo que nos destruíssemos em uma guerra nuclear o caminho tecnológico do homem iria inevitavelmente levar a reconstrução de tecnologias perdidas e a chegada no exato momento em que estamos: aquele em que os incrementos nas tecnologias de comunicação, inteligência artificial e transporte contribuem para solapar as fronteiras físicas e invisíveis entre países e na fecundação de uma sociedade global.
Talvez o pior cenário para a humanidade no longo prazo seja um ciclo interminável de progresso e autodestruição nuclear nas vésperas do nascimento de uma civilização global viável, como vivemos agora. Fora disso o destino é claro: um governo ou uma comunidade supranacional de países similar a UE regulando o mundo e agindo como uma autoridade final e com poder coercitivo nos conflitos entre nações (diferente do que é a ONU hoje em dia).
O nascimento dessa sociedade global passa por uma série de outras considerações culturais e sociais menores: a quase extinção das barreiras entre os gêneros (mesmo a gestação vai ser possível para homens eventualmente), a morte das religiões como algo sério no debate político (religiões vão continuar existindo, mas vão cada vez mais se tratar de uma inócua prática religiosa privada e o conceito de morrer por Deus vai parecer cada vez mais alienígena ao passo que o islã se torna mais parecido com o cristianismo), práticas sexuais não-ortodoxas como poliamor e amor livre (isso especialmente me enoja sobre o futuro, mas não existe sentido em fazer uma cruzada para mudar uma tendência inevitável), a morte da família nuclear como entendemos hoje, etc.
Todas essas tendências são resultado de longo prazo da criação de uma sociedade urbana, cosmopolita e industrial e do distanciamento da vida do campo, que começou há muitos séculos durante a revolução industrial. Muitas pessoas podem se sentir enojadas por muitas coisas que nossos descendentes vão considerar normais, mas não existe sentido em lutar contra isso, pois cada uma dessas considerações são parte das conclusões e consequências do rumo que a espécie humana resolveu tomar há muitos séculos atrás e que não vai ser mudado pelos desejos de nenhum indivíduo ou grupo. Não existe ativismo que vá mudar isso, não existe pressão econômica que vá mudar isso, filmes não vão mudar isso, religião não vai mudar isso, Hitler (outro sintoma de reação contra as conclusões da sociedade urbana) também não poderia mudar isso se tivesse vencido a guerra.
Resumindo: não encarem o globalismo como um mal que tem que ser vencido. Pois ele não é necessariamente inteiramente um mal e definitivamente não é algo que pode ser vencido, ao menos não permanentemente e com certeza não por meios que alguém estaria disposto a usar.
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2020.07.05 21:31 Mikelopo1 Um governo ou uma confederação mundial seria, de modo geral, uma coisa positiva e inevitável

Muitas pessoas atualmente têm receios em relação a conceder poderes governamentais para uma entidade supranacional (o que é compreensível), mas no final das contas isso é apenas uma gota de água no oceano de momentos que fazem a experiência política do homem na Terra.
O amor pelos países, o nacionalismo e seu primo semanticamente bem quisto, o patriotismo, gradualmente vão ter de ceder espaço assim como o amor pelas tribos e pequenas comunidades teve que dar espaço para o surgimento do nacionalismo em primeiro lugar.
As línguas da humanidade, tão vastas, vão gradualmente se fundir. E é bem provável que a diferença entre elas se torne apenas uma formalidade muito antes dessa fusão, com a incrementação de aparelhos de tradução ao longo do século XXI.
Os movimentos nacionalistas renascentes no século XXI, diferente do que os reacionários clamam e os progressistas chiam de medo, são apenas espasmos de uma tendência moribunda que dá gritos de agonia ao passo que suas bases econômicas e culturais são uma a uma apagadas. Trump, por exemplo, não tem poder de mudar nada no longo prazo: a demografia dos EUA determina que o Partido Republicano como é hoje organizado esta acabado. O futuro dos Republicanos vai ter que se adaptar para se acomodar a realidade de um EUA cada vez mais latino e negro.
O aquecimento global é sim, uma das maiores ameaças a ordem global. Se por um lado ele faz os países terem um objetivo em comum, ele representa uma ameaça de rompimento da ordem globalista. Mas mesmo assim, no longo prazo, a tendência continua a mesma. Os países do futuro, mesmo que calejados por lidar com crises e guerras ambientais, vão eventualmente chegar no mesmo momento em que estamos agora em termos de incrementação de integração.
A outra ameaça é a guerra nuclear, talvez ironicamente a única forma crível de dar um reset no mundo e criar a realidade de valores conservadores e reacionários que muitos movimentos políticos prezam. No entanto, nem isso conseguiria parar o inevitável destino da humanidade no longo prazo. Mesmo que nos destruíssemos em uma guerra nuclear o caminho tecnológico do homem iria inevitavelmente levar a reconstrução de tecnologias perdidas e a chegada no exato momento em que estamos: aquele em que os incrementos nas tecnologias de comunicação, inteligência artificial e transporte contribuem para solapar as fronteiras físicas e invisíveis entre países e na fecundação de uma sociedade global.
Talvez o pior cenário para a humanidade no longo prazo seja um ciclo interminável de progresso e autodestruição nuclear nas vésperas do nascimento de uma civilização global viável, como vivemos agora. Fora disso o destino é claro: um governo ou uma comunidade supranacional de países similar a UE regulando o mundo e agindo como uma autoridade final e com poder coercitivo nos conflitos entre nações (diferente do que é a ONU hoje em dia).
O nascimento dessa sociedade global passa por uma série de outras considerações culturais e sociais menores: a quase extinção das barreiras entre os gêneros (mesmo a gestação vai ser possível para homens eventualmente), a morte das religiões como algo sério no debate político (religiões vão continuar existindo, mas vão cada vez mais se tratar de uma inócua prática religiosa privada e o conceito de morrer por Deus vai parecer cada vez mais alienígena ao passo que o islã se torna mais parecido com o cristianismo), práticas sexuais não-ortodoxas como poliamor e amor livre (isso especialmente me enoja sobre o futuro, mas não existe sentido em fazer uma cruzada para mudar uma tendência inevitável), a morte da família nuclear como entendemos hoje, etc.
Todas essas tendências são resultado de longo prazo da criação de uma sociedade urbana, cosmopolita e industrial e do distanciamento da vida do campo, que começou há muitos séculos durante a revolução industrial. Muitas pessoas podem se sentir enojadas por muitas coisas que nossos descendentes vão considerar normais, mas não existe sentido em lutar contra isso, pois cada uma dessas considerações são parte das conclusões e consequências do rumo que a espécie humana resolveu tomar há muitos séculos atrás e que não vai ser mudado pelos desejos de nenhum indivíduo ou grupo. Não existe ativismo que vá mudar isso, não existe pressão econômica que vá mudar isso, filmes não vão mudar isso, religião não vai mudar isso, Hitler (outro sintoma de reação contra as conclusões da sociedade urbana) também não poderia mudar isso se tivesse vencido a guerra.
Resumindo: não encarem o globalismo como um mal que tem que ser vencido. Pois ele não é necessariamente inteiramente um mal e definitivamente não é algo que pode ser vencido, ao menos não permanentemente e com certeza não por meios que alguém estaria disposto a usar.
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