Países latino-americanos

1. INTRODUCCIÓN. En el artículo «Países de América Latina» vimos qué se entiende por América Latina o Latinoamérica (son términos intercambiables e igualmente válidos) y cuáles son los 20 países oficiales que componen esta particular región de la geografía americana. Hoy vamos a ampliar aquella información y vamos a aprender, además, cuál es la capital de cada uno de estos ... Nos países latino-americanos selecionados, a média das participações é um pouco menor de 22%. Devido às diferenças entre os padrões comerciais dos países latino-americanos com os países de maior desenvolvimento relativo, a incidência dos setores intensivos é menor no comercio internacional dos latino-americanos. Por Anthony Boadle. BRASÍLIA (Reuters) - Diversos países latino-americanos informaram à Organização Mundial de Saúde (OMS) que pretendem pedir mais tempo para se registrarem para o plano ... Blog. Sept. 17, 2020. Sales trends: 10 ways to prepare for the future of sales; Sept. 16, 2020. Back to school tips for parents supporting home learners Os países latino-americanos considerados os mais ricos são Brasil, México e Argentina. Eles também são considerados países de características econômicas emergentes, detendo cerca de 75% do Produto Interno Bruto (PIB) de todos os outros países que formam a América Latina. Lista de países latinoamericanos: Argentina Bolivia Brasil Chile Colombia Costa Rica Cuba Ecuador El Salvador Guayana Francesa Granada Guatemala Guayana Haití Honduras Jamaica México Nicaragua Paraguay Panamá Perú Puerto Rico República Dominicana Surinam Uruguay Venezuela 1. INTRODUCCIÓN ¿Qué se entiende por América Latina o Latinoamérica? ¿Cuáles son los países latinoamericanos?. Los términos «América Latina» o «Latinoamérica» (intercambiables) son definidos por la RAE como el conjunto de países americanos en los que se habla mayoritariamente lenguas procedentes del latín (concretamente el español, el portugués y el francés) o como el ... - Os países latino-americanos mais ricos são Brasil, México e Argentina. Considerados emergentes, a economia destes três países corresponde a, aproximadamente, 75% do PIB dos países da América Latina. - No geral, são países dependentes da exportação de commodities agrícolas e minerais. Diversos países latino-americanos informaram à Organização Mundial de Saúde (OMS) que pretendem pedir mais tempo para se registrarem para o plano global de alocação de vacinas para a Covid-19, batizado de Covax, afirmou uma autoridade de um braço regional da OMS nesta quinta-feira. Christiana Figueres, 59 años, Costa Rica: La secretaria ejecutiva de la Convención Marco de las Naciones Unidas sobre el Cambio Climático ayudó a convencer a los países del mundo a firmar un ...

r/Brasil

2008.02.15 21:22 r/Brasil

A casa dos brasileiros no Reddit. Leia as regras e participe de nossa comunidade! The Brazilian community on Reddit. Feel free to post in English or Portuguese!
[link]


2020.09.02 18:40 Professorsilva Vim estudar na Itália: aulas ruins, precisa decorar a matéria do ano inteiro. O Anki está me salvando! Fiz esta vídeo-aula pra ajudar outras pessoas! (Para Enem, Faculdade, Concursos...)

https://youtu.be/RsUSdnOit28
Vim estudar na Itália (com muito esforço porque sou um professor brasileiro, latino-americano sem dinheiro no banco... kkkk)... achando que seria um mar de rosas, Europa, tudo lindo e maravilhoso, tudo melhor... só que não! Choque cultural, grande decepção. O ensino na Itália é muito tradicional, até atrasado em certos aspectos, muito baseado na decoreba. Você precisa decorar UM LIVRO INTEIRO pra cada prova (tem só um provão por matéria). Estou falando em decorar mesmo todas as informações do conteúdo do ano inteiro. E pra piorar, a qualidade das aulas é ruim. Então quem pensa em estudar na Europa, se prepare psicologicamente, porque ouvi falar que outros países podem ser assim tbm, o aluno precisa ser independente, os professores não têm grandes preocupações pedagógicas.
Eu não conseguia passar nas provas, não tinha condições mentais. Até que descobri o Anki. É o que está me salvando! Eu coloco todos os pontos principais do livro inteiro dentro do Anki e consigo decorar. Não é mágica, mas é quase kkkk
Vocês podem fazer isso pra se preparar para o Enem, concursos, faculdade... engenharia, direito, medicina, línguas... o que vocês quiserem ou tiverem que aprender. Parece até exagero, mas podem ficar tranquilos que não é física quântica vibracional coaching... kkkk é real mesmo.
O Anki pode ser um divisor de águas nos estudos. Precisa de esforço, é claro, mas ajuda muito. Experimentem e vejam!
Em inglês: https://www.reddit.com/Anki/
Em português: https://www.reddit.com/AnkiFlashcards/
submitted by Professorsilva to brasil [link] [comments]


2020.09.01 00:08 Professorsilva Vim estudar na Itália: aulas ruins, ultrapassadas, precisa decorar a matéria do ano inteiro. O Anki está me salvando! Por isso fiz esta vídeo-aula pra ajudar outras pessoas! (Para Enem, Faculdade, Concursos...)

https://www.youtube.com/watch?v=RsUSdnOit28
Talvez muitos aqui desabafem sobre problemas com os estudos... falta de estímulo... dificuldades, etc.
Eu mesmo desabafei muito, entrei numa vibe muito negativa. Vim estudar na Itália (com muito esforço porque sou um professor brasileiro, latino-americano sem dinheiro no banco, literalmente)... achando que seria um mar de rosas, Europa, tudo lindo e maravilhoso, tudo melhor... só que não! Choque cultural, grande decepção. O ensino na Itália é muito tradicional, até atrasado em certos aspectos, muito baseado na decoreba. Você precisa decorar UM LIVRO INTEIRO pra cada prova (tem só um provão por matéria). Estou falando em decorar mesmo todas as informações do conteúdo do ano inteiro. E pra piorar, a qualidade das aulas é ruim. Então quem pensa em estudar na Europa, se prepare psicologicamente, porque ouvi falar que outros países podem ser assim tbm, o aluno precisa ser independente, os professores não têm grandes preocupações pedagógicas.
Eu não conseguia passar nas provas, não tinha condições mentais. Até que descobri o Anki. É o que está me salvando! Eu coloco todos os pontos principais do livro inteiro dentro do Anki e consigo decorar. Não é mágica, mas é quase kkkk
Vocês podem fazer isso pra se preparar para o Enem, concursos, faculdade... engenharia, direito, medicina, línguas... o que vocês quiserem ou tiverem que aprender. Parece até exagero, mas podem ficar tranquilos que não é física quântica vibracional coaching... kkkk é real mesmo.
O Anki pode ser um divisor de águas nos estudos. Precisa de esforço, é claro, mas ajuda muito. Experimentem e vejam!
submitted by Professorsilva to desabafos [link] [comments]


2020.08.12 17:13 papagaio_verde DIZER x FALAR (confusão)

Eu gostaria de fazer uma pergunta aos que moram em Portugal: em Portugal, na fala informal do dia a dia, também acontece esta confusão de não saberem diferenciar DIZER de FALAR, como acontece aqui no Brasil? Há regiões no Brasil, como no sudeste, em que parecem nem usar mais o verbo DIZER; apenas o FALAR (Ex.: "Eu falei pra você que..."). E, por acaso, sabeis se isto também acontece em países luso-africanos?
Percebo que mesmo no espanhol latino-americano não acontece esta confusão; todos diferenciam claramente DECIR (dizer) de HABLAR (falar). Nunca me lembro de ter ouvido, por exemplo, um falante hispano-americano dizendo "yo te hablé que el...", mas sempre "yo te dijo que el...".
submitted by papagaio_verde to Portuguese [link] [comments]


2020.08.11 20:11 nerak33 A importância dos cativos no capitalismo colonial

No início no capitalismo colonial brasileiro e latino-americano uma forma de obter meios de produção (mão de obra escrava) que, na Europa, pertence inteiramente à Antiguidade - a guerra de captura.
Muitos falam da importância do escravo traficado da África no nascimento do capitalismo. No entanto, no Brasil também ocorrem raides escravagistas, ataques com objetivo de transformar índios em escravos.
Embora na Europa tenham convivido o capitalismo e a servidão (tecnicamente considerada trabalho análogo à escravidão por grupos de defesa dos direitos humanos, quando ainda acontece modernamente), as incursões de captura não tinham mais importância econômica para a Europa há mais de mil anos quando Marx escreveu o Capital. Elas haviam sido, no entanto, um dos motores econômicos da Roma antiga e das outras economias do Mediterrâneo, da Europa e do Oriente Médio.
Nos Estados Unidos a guerra genocida entre os europeus migrantes e os nativos não faz cativos.
Nas colônias dos países católicos a escravização da população nativa é abertamente combatida pela igreja (enquanto o tráfico de escravizados africanos é ignorado). Ainda assim, é vista como tamanha oportunidade de enriquecimento que bandeirantes não hesitam em invadir missões católicas e escravizar os índios cristianizados.
O que significava, econômica e politicamente, obter mão de obra escravizada através da guerra, e não só do comércio, como ocorre na América inglesa?
submitted by nerak33 to BrasildoB [link] [comments]


2020.08.07 23:02 Superfan234 bolivia crisis test 1

La Crisis Política en Bolivia ha generado una enorme cantidad de opiniones y comentarios por todo Reddit
En un anterior post, me remiti a responder escuetamente las preguntas mas comunes sobre este Conflicto
Ahora, en este Effortpost, les explicaré con lujo de detalles, como yo (y la población Boliviana) vivió el dia a dia la Crisis Electoral del 2019
Que papel tuvo la OAS? Fue realmente Estados Unidos quien tumbo a Evo? Realmente hubo manipulación Electoral? Quien Gano las elecciones?
Vamos alla!

The Original Sin: El Controversial Plebicito de 2016

Si tenemos que dar una fecha especifica para entender los turmoil events de 2019, sin duda debemos remontarnos al Plebicito del 21 de Febero de 2016. En este Plebicito, Evo Morales Aima llamo a la población Boliviana a votar una reforma consitucional que le permitiría re-elegirse para el periodo presidencial 2020-2025. Por un ajustado margen (51% por el No vs 49% por el Si) los Bolivianos decidieron impedir una nueva re-eleccion Evo Morales en 2019 [*]
Evo Morales, tras 13 años de estruendosas victorias electorales, tenia que aceptar la derrota. Hasta ese entonces, gozaba una popularidad sin igual en Bolivia, manteniendo al país con una economía estable [*] y junto a su partido (el MAS) controlaba todos los poderes del Estado. Le tomo unos días, pero a regañadientes, termina por aceptar su derrota
No obstante, unos meses después, Evo recurriría al Tribunal Constitucional por una segunda opinión. En 2017, en un fallo sumamente controversial, el Tribunal estimo que la prohibición de re-eleccion indefinida limitaba los Derechos Hunamos de Evo morales, por lo que este , si asi lo quería, podía presentarse a la re-eleccion cuantas veces quisiese [*]
El falllo fue, naturalmente, ferozmente criticado por la oposición. Y, en perspectiva, se convirtió en el mayor error politico que Evo Morales haya cometido jamás

Consecuencias del la re-eleccion indefinida

Hasta entonces, Evo había gozado de gran popularidad y aprecio por sectores muy variados de la Población. No solo “el pueblo llano”, sino también de los empresarios bolivianos, que veían con buenos ojos la estabilidad y crecimiento económico que vivía Bolivia, algo sumamente raro en ese país. Estos tiempos de prosperidad, habían reducido a la Oposición a cúpulas pequeñas, que pasaban su tiempo enfrascados en pleitos internos
La indudable decisión partidaria del TC, permitió que políticos de Oposición, que poco o nada compartían unos a otros, se sentaran juntos a defenderse frente a un enemigo común. Con el tiempo, Comunidades civiles se sumarian a los esfuerzos políticos, y juntos serían capaces de desencadenaría protestas y manifestaciones a través de todo el país, capitalizando el descontento político del Pueblo Boliviano
La OAS, por el contrario, no condenaría la decisión del Tribunal Constitucional. Sino por el contrario, el presidente de la OAS viajo expresamente a Bolivia a apoyar la elección indefinida de Evo Morales. [*] Para los que hayan escuchado de la Crisis Boliviana en otros medios masivos esto les puede sonar insolito, pero de hecho hay un explicación bastante convincente. Sin embargo, no nos vayamos por las ramas aun
Voy a ser lo más concreto posible: Hay 3 puntos centrales que son requisitors cruciales para enteder la Crisis Boliviana. Me voy a dar el tiempo de enumerarlos porque voy a volver constantemente a ellos
Los deseos de re-eleccion indefinida de Evo se tradujeron en tres problemas criticos
  • 1) Unión política de la Oposición: Partidos y Comunidades Civiles que poco o nada compartían entre sí, dejaron de lado sus diferencias políticas con tal de derrotar a Evo
  • 2) Desconfianza generalizada del Pueblo: El Renacer de las Dictaduras de Venezuela (~2017) y Nicaragua (~2018) , se convirtió en un sombrío augurio para los Bolivianos. Ambos regímenes se consolidaron por medio de farsas electorales. Por lo que el correcto conteo de los votos, se volvio absolutamente crucial
  • 3) Antagonismo con LatinoAmerica: LATAM, en su gran mayoría, buscaba un cambio de Gobierno en Venezuela a como dé lugar. El apoyo de Bolivia a Venezuela, podría resultar en un obstáculo fundamental para derrocar a Maduro
La combinacion de estos 3 factores, sumado a la percepción generalizada de Evo Morales como un personaje Corrupto, fue la mezcla explosiva que llevo al temor generalizdo de manipulación electoral en Bolivia Las protestas masivas, y esto es importante recordarlo, no fueron para apoyar a un candidato opositor en particular, sino contra el temor (justificado) que Evo instalo en población boliviana sobre caer en una Crisis similar a la Venezolana

Days before the Election

A inicio de Octubre de 2019, la tensión politica en Bolivia podía sentirse en el aire. Tres años de intentos para evitar la re-eleccion de Evo habían fracasado en lo Legal, pero electoralmente, habían triunfado de manera asombrosa
Desde 2005, Morales había vencido by landslide en todos los comicios presidenciales que había participado. En 2005 habia vencido a Jorge Quiroga 54% vs 29% , en 2009 vencio a Manfred Reyes por 64% vs 27% y en 2014 supero a Samuel Doria por un 61% vs 24. La popularidad de Evo, en principio, se veía invatible. Pero una parcial derrota en las elecciones municipales de 2015 [*] y principalmente su derrota en el Plebicito de 2016 , había sentado dudas sobre capacidad su capacidad de vencer en nuevos comicios presidenciales
Y las razones no eran menores. Evo se presentó el 2019, como siempre, con su proyecto Social Democrata Conservador con tientes indigenistas. Frente a él, Carlos Mesa, su principal rival político, presentaba un proyecto casi identico, pero sin los 13 años de escándalos de corrupción y Populismo desgastado que acompañaban a Evo
Los ciudadanos que se sentían a gusto con el modelo Bolivariano de Evo, podían sentir confianza que Mesa podía continuar los años de prosperidad, y al mismo tiempo, desintoxicar las instituciones del Estado saturadas de Corrupción. Era, a todas luces, una gran oportunidad para el cambio político en el país A medida que se acercaba la Eleccion, las encuenstas de opinión fueron cada vez más tétricas para Evo. Llegando solo un 37% de la votación en Primera Vuelta, se encontraba muy lejos del ~60% que había conseguido en elecciones del 2014 [*]
Para rematar, Chi Hyun y Oscar Ortiz (los otros dos candidatos fuertes de oposición) se presentaban en caso de Balotaje, más cercanos de apoyar a Carlos Mesa que a Evo, lo que hacia captar los votos de esas bancadas en Segunda vuelta, una tarea aun más compleja
Aunque la situación podía parecer lugrube, Existia sin embargo una posibilidad de vencer. En Bolivia, el candidato que obtenga mas del 40% de los votos y supere por 10% al segundo, es elegido vencedor en Primera Vuelta
Esto podría convertir a Evo marginalmente como vencedor en Primera vuleta, y asi lograr evitar un Balotaje. Por supuesta, el hecho que Evo pudiera resultar vencedor por un margen de un ~1%, no hacia mas que incrementar la presion social sobre el correcto recuento de los votos.
Los Politicos y Medios Opositores, también hicieron eco de esta preocupación, y meses antes de los elecciones, ya estaban llamando proteger los resultados, acusando al Gobierno de estar gestando un posible Fraude electoral[*][*][*]

The Day of the Election

El dia que todos esperaban, finalmente llego. El Domingo 20 de Octubre ciudadanos de los 9 Departamente de Bolivia fueron llamados a votar en las Urnas, sin que en principio se presentaran mayores complicaciones
Tras una mañana relativamente tranquila, los bolivianos se prepararon para los resultados de Boca de Urna y los del Conteo Rápido. A las ~19:00 horas El Tribunal Electoral informo que, con un 85% de los votos ya analizados, tanto la Boca de Urna, como el conteo rápido, permitían a Evo superar la barrara del 40%. Sin embargo, la diferencia de votos con Mesa se mantenía entre 9.3% y 6.9%, lo que le era insuficiente para ganar en Primera Vuelta
Estaba claro que el ganador seria definido por decimas. Y que los últimos votos saldrían de las áreas rurales, donde Evo se mantenía como gran favorito, pero como poca claridad si era suficiente para dar vuelta el resultado
Cuando todos los ojos y oídos de los bolivianos estaban pendiente de los resultados finales del conteo. A minutos del momento culmine de 4 años de conflicto político, el Tribunal Electoral, sin previo aviso, detiene el escrutinio de votos
Las alarmas de la oposición se encendieron rápidamente, y enardecidos, pidieron explicaciones a la corte electoral por el retraso en el recuento
La corte electoral, sin darle mucha importancia, comenzó a dar razones vagas, y realmente confusas para excusarse. Si bien al comienzo se atribuyo (informalmente) a problemas técnicos, el Tribunal Electoral termino por informar que detener el conteo rápido estaba “planificado de antemano”[*] y que los resultados finales, se sabrían eventualmente
Si este procesos estaba realmente estaba planificado o no, la duda fue suficiente para encender la mecha del descontento y la desconfianza que vivía todo el País. Rápidamente, ciudadanos comenzaron a protestar en las sedes del Tribunal Electoral[*], exigiendo que el conteo de votos se reanude

The days after the election

El Domingo 21 de Octubre, el Tribunal Electoral retomo el conteo de votos. Para descontento de la Oposición (y la alegría del Gobierno) los datos eran contundentes: Morales había vencido en primera vuelta, y el MAS mantenía el control tanto de la Camara Alta como de la Camara Baja
Esto no hizo más que enardecer en furia a la población opositora, que vio en el cambio de tendencia y secretismos del Gobierno, un claro intento de manipular los datos. Protestas comenzaron frente a los Tribunal Electorales del país [*]
En Potosi, La indignación se hizo evidente, una vez que el Tribunal Electoral , que en principio dio la victoria por boca de urna a Mesa por un 69%, había reducido este porcentaje a 34% en el conteo final [*]
Llegada la noche, tras varias horas de protestas sin respuesta, la violencia comenzó a crecer. Las sedes del Tribunales Electorales de Sucre y Potosi son quemadas en represalia.[*]. Protestas a favor y en contra de Morales comienzan a darse por todo el terriotrio nacional
La OEA, Union Europea y Estados Unidos mostraron su preocupación por la suspensión del conteo, y enviaron comunicados pidiendo explicaciones al gobierno[*]
Ese dia, un video viral comenzó a cirucular por Internet. En este, se podía ver al Dirigente Sindical Marco Pumari forzando su entrando a una bodega donde centenares de cajas de votos se encontraban guardadas. Transcribo las impresiones de Pumari:
Supuestamente al frente, el en Tribunal Electoral, ya están escrutando. Ya se esta haciendo el conteo de nuestros votos. Y que estan contando! Si aquí estan los votos de los Potosinos! ¿Que están contando las autoridades?
Si esto es lo que están haciendo en la Capital de Potosi…imaginanese que están haciendo en las áreas rurales! Por eso Evo Morales ha indicado que tenemos que “esperar el voto de las zonas rurales”. Hasta nos agradece los votos a los Potosinos! A quien debe agradecer Evo, es a esos corruptos del Tribunal Electoral, que hoy estan yendo en contra de la Poblacion!
Esto es inaceptable. Es un Delito! Hoy la policía intento impedir que entráramos a este recinto. La policía, resguardando a estos corruptos. Ningún Notario quiere venir en este momento para tomar acta de la situación. ¡Ninguno! Vamos a ir en este momento a presentar una denuncia ante la Justicia. Y quien sabe si nos harán caso, ya que la Justicia también esta en manos del Gobierno!
Les pregunto: ¿Que nos queda a nosotros por hacer, como Pueblo?
El video difundido por Marco Pumari enardeció a la población potosina, termino por incendiar el Tribunal Electoral. Pero este fue solo uno de muchos videos que, por las redes sociales, cuestionaban el actuar del Gobierno y el Tribunal Electoral en el conteo de los votos
Luis Fernando Camacho, un empresario y líder social Cruceño, convocaría un paro indefinido desde Santa Cruz, una de las ciudades más importantes de Bolivia, poniendo en jaque la sustentabilidad social y económica del gobierno
La iglesia católica, también mostraría su preocupación, advirtiendo indicios de fraude en la elección presidencial [*]
Mientras tanto, un grupo de Indigenas radicales, conocidos como los Ponchos Rojos, amenazaban a la oposición con tomar armas para defender a Evo y su Gobierno[*]. Misma amenazas hicieron los lideres Cocaleros, que históricamente, se habían caracterizado por su firme apoyo al presidente
A inicios de noviembre, la suerte ya estaba echada. Un conflicto mayúsculo se acercaba, y ambos bandos preveían que el derramamiento de sangre era inevitable. Es en estos momentos de máxima tensión, es que tenemos la intervención de la OAS

La Intervencion de la OAS

La OAS, comunidad que reúne a los los países LatinoAmericanos, es reflejo fiel de la apatía que profesan los países Hispanos a los conflictos Internacionales
La OAS, en teoría, podría poseer grandes poderes políticos en el Contiente Americano, quizás hasta relevancia a nivel mundial. Sin embargo, la desidia imperante en LatinoAmerica, incluso presente en grandes potencias como Brazil y Mexico, la ha limitado a maneternse como el gran defensor del Estatus quo en la Region. Moral o inmoral? Lo cierto es que los países Hispanos raramente intervenen en la política interna de sus vecinos, sin importar la gravedad del asunto que acontesca
Morales, naturalmente, ya contaba con esto. El mismo había participado por 13 años en esta organización, y conocía que la OAS podría llegar a tomar meses para obtener un dictamen final, y que, muy probablemete, solo se iba a limitar a sostener el Status Quo
Los líderes de oposición, por el contrario, hicieron todo lo posible por desligitimar el valor estadístico de la OAS. Ellos sabían que la posición pacifista de los países americanos en favor de Evo Morales iba a desligitimar la protestas, e incluso, hasta podrían detenerlas por completo
Por tanto, si querían tumbar a Evo, debían actuar lo más pronto posible, antes que el llamado a la calma de la OAS desmoralizara a los manifestantes

La Revolucion Boliviana

El conflicto estaba en marcha. Evo Morales iba a pedir calma a la población, esperando el dictamente de la OAS que, muy probablemente, le sentaría a su favor. La oposición buscaba extender las protestas al resto del pais, y hacer caer a Evo antes que la OAS apasiguara las protestas
Los Manifestaciones, por supuesto, no se hiceron esperar. Por el Este, Fernando Camacho liderando a los empresarios y clase acomodada de Santa Cruz, por el Oeste, el Lider Sindicalista Marco Pumari, liderando a la masa trabajadora e indígena de Potosi
Podría parecer curioso que ninguno de los candidatos presidenciales de la oposición liderara las protestas. Pero deben recordar que, con sus intentos de re-eleccion, muchos grupos civiles se habían organizado previamente en caso de ocurrir una situación de Fraude. Si bien estas comunidades provenían de grupos muy dispares, la fuerte oposicion a Evo fue suficiente para mantenerlos unidos politicamente
Estos grupos civiles, demostraron tener más alcance que los propios partidos de oposicion, y resutaron ser mucho más difíciles de contener para el Gobierno
Una de las grandes ventaja de estas comunidadas fue que no estaban salpicadas (aún) por la corrupción que caracterizaba a la Politica Boliviana y su único programa político definido, era estar en contra de Evo. Esto convertiría a sus representantes más populares, Camacho y Pumari, en lideres relatables y faciles de seguir
Por su parte, Evo Morales recurrio dos metodos para vencer: ejercer represión y bueno...dar lastima. Por un lado, usuaba sus fuerzas de choque para atacar violentamente a la oposición, siendo el punto culmine el intento de Siege a Santa Cruz[*]. Por el otro, buscaba dar la aparencia de Golpe de Estado ante la comunidad internacional [*]
Las fuerzas de choque de Evo contaban con armas ciertamente rudimentarias, pero muy peligrosas, siendo la Dinamita la más infame entre ellas. [*] [NSFL Link] No pasaría mucho tiempo para que los heridos se multiplicaran, y los primeros muertos comenzaran a caer
No obstante, la población boliviana (con una valentía realmente admirable), no se dejó doblegar. Una por una, las regiones bolivianas se levantaban en protesta, demostrando que, tanto que en animo y en cantidad, representaban la mayoría del país. Despues de uno días de struggles, el Gobierno se da cuenta que le iba a ser imposible detener las protestas con violencia, o con propaganda

Electoral manipulation is confirmed

El 8 de noviembre, Ethical Hacking, la empresa auditora contratada por el propio Tribunal Electoral para seguir el proceso de elección, Entrega su informe final[*]. Este informe, it was nothing short of devastating
Revelaron que, a las 19:30 del dia de las elecciones, desde un Server Desconocido, se comenzaron a recibir una gran cantidad de datos, que producían errores constantes la aplicación electoral. Buscando explicaciones, Ethical Hacking acude a los Vocales, quienes admiten que fueron ellos quienes accedieron al sistema electoral desde un server desconocido, pero por “curiosidad” de ver los datos (Recordemos que fue aproxidamadamente esta hora, que el Tribunal Electoral subitamente dejo de publicar el conteo de votos)
Pero esto resulto ser solo la punta del Iceberg. Durante los siguiente cinco dias, Ethical Hacking registro no uno ni dos, sino 12 brechas a protocolo del sistema electoral. El motivo para romper los protocolos resultaba variado, pero las consecuencias finales eran la misma: Las Actas electorales, podian haber sido modificadas a voluntad los Vocales del Tribunal Electoral, ya que no exitio supervisión alguna de un ente externo
La reacciónes en Bolivia no se hiceron espearar. Que la propia empresa contratada por el Gobierno inculpe al Tribunal Electoral de alterar los resultados, hubiese sido comico, si no fuese tan trágico
Ese mismo dia, ya hartos de ser usado contra la poblacion manifestante, fuerzas policiales en Cochamaba, Sucre y Santa Cruz se amotinaron contra el Gobierno [*]. Unos dias más tarde, les seguirían fuerzas policiales de La Paz
Las protestas, ahora contando con proteccion de la Policia local, crecieron a niveles Dantescos. Finalmente, lograron reunir la fuerza sufiencete para tomar el control del país

La traición de la OAS

Evo Morales se encontraba acorralado. Su apoyo popular era superado en número y organización por las fuerzas opositoras. La policía nacional no estaba dispuesta a reprimir a los manifestantes, y sus grupos de choque no poseían ni el armamento ni la planificación para combatir a los población disidente
En un intento desesperado por recuperar el control del país, despidió a los vocales del tribunal electoral, culpándolos a ellos de los errores en proceso, y prometió organizar nuevos comicios electorales[*]. Sin embargo, este acto de buena fe, no tendria valor alguno, ya que el mismo 10 de noviembre, contra todo pronostico, la OAS publica un “informe ejecutivo” donde confirma que los resultados electorales estaban viciados de nulidad, por lo que seria prudente realizar elecciones de nuevo
La respuesta de la politica boliviana fue de incredulidad total. No solo la OAS había adelantado sus informe, en contra de los designos del Gobierno[*], sino que fallaron abiertamente en contra de Evo, utilizando un lenguaje que practicamente animaba a los manifestantes a continuar las protestas
Fue quizas en ese momento, que Evo Morales finalmente comprendio que había sido traicionado. Su apoyo ferviente a un dictamen de la OAS, se había convertido en un arma de doble filo. Un arma que sin duda, la oposición ocuparia en su contra
Paralelamente, Altos Oficiales del Ejercito Boliviano se reunieron para decidir que podían hacer para recobrar el control del país. Por lo que sabemos, los Oficiales estaban preocupados de que, si la anarquia seguia creciendo, iba a ser imposoble evitar un derramamiento de sangre[*]. Por tanto, Williams Kaliman , el comandante en jefe de las Fuerzas Armadas de Bolivia, pidio al presidente que renunciara, con el fin de poder recobrar la estabilidad political al país
Evo Morales, tras 13 años de Gobierno y casi 20 dias de lucha encarnizada, finalmente había perdido todo sosten politico. Unas horas más tarde, este presentaria su renuncia a los Medios de Comunicacion
submitted by Superfan234 to test [link] [comments]


2020.07.27 17:17 parmenidesbeing Bancos e o dinheiro do narcotráfico

Na tese mostrei em dados os bilhões de dólares dos mercados de drogas lavados no HSBC. Parti do relatório de investigação do Senado dos Estados Unidos, publicado em fevereiro de 2012, intitulado U.S Vulneratbilities to Money Laundering, Drugs, and Terrorist Financing: HSBC case history. Para se ter uma ideia, em 2002, o HSBC Holdings PLC concordou em adquirir o grupo financeiro Bital (Banco Mexicano) a um preço acordado de US $ 1,20 por ação, estando a corporação avaliada em US $ 1,14 bilhão. No processo de aquisição do grupo, o Bital tinha 647 milhões em depósitos correspondentes no México, 700 milhões nas Ilhas Cayman e 143 em Nova York, e contava com cerca de 6 milhões de clientes e 15.400 funcionários.
Após essa fusão, somente entre novembro de 2006 a fevereiro de 2007, o HBMX enviou quase 742 milhões de dólares (dólares americanos) para o HBUS. Em 2008, o grupo mexicano exportou 4 bilhões em remessas de dinheiro em espécie para os EUA. Já no ano de 2009, o envio foi superior ao de qualquer outro banco mexicano filiado ao HBUS. Ainda segundo o Relatório, empresas menores controladas pelo grupo britânico HSBC transportaram 7 bilhões de dólares em dinheiro por meio de veículos blindados e aviões com destino aos EUA. Esse dinheiro, de acordo com a própria equipe da sede mexicana, estava ligado ao tráfico. Quanto aos valores depositados nas Ilhas Cayman, o relatório aferiu que se tratava de capital do tráfico de drogas, destinado à compra de aviões para os cartéis. Em dezembro de 2012, após 10 meses da publicação do relatório, o HSBC pagou US$ 1,92 bilhão para encerrar a investigação.
A história do Hongkong and Shanghai Banking Corporation Limited (HSBC) na lavagem de dinheiro, oriundo do tráfico de drogas, não é recente. Fundada em Hong Kong, no ano de 1865, pelo escocês Thomas Sutherland, esse banco nasce como instituição financiadora do comércio e tráfico de ópio no Extremo Oriente.
Durante todo o século XX, concentrou suas atividades na ex-colônia britânica, até a devolução do território à República Popular da China, efetuada em 1997, que estava há quase um século sob domínio do Reino Unido. Somente no final dos anos de 1980 é que essa corporação passa a atuar com suas filiais no Continente Americano e em maior parte da Europa.
Tenho escrito e estudado sobre os mercados de drogas como uma "nova saída” da crise do capital. Além de contar com um contingente populacional de desempregados/as em toda a América Latina, esse mercado tende a recolonizar as economias periféricas e dependentes, especialmente dos países que chamo de “rota do novo açúcar”, Brasil, Colômbia, México e Bolívia. Somando a isto está a espacialidade geopolítica e estratégica desses países tanto na produção de matéria-prima quanto na exportação.
No Boletim do Clacso que está para ser lançado avalio esses impactos pós- pandemia, em que uma grande massa de mulheres jovens e não jovens atuarão em escala ainda maior como “trabalhadoras domésticas” do tráfico, tema que venho trabalhando para o meu próximo livro. Não basta estudar a desigualdade social apenas pelo viés da pobreza, é preciso mostrar a concentração da riqueza! Nesse caso: os mercados de drogas, seus fluxos globais e o papel das políticas penais via o aumento do encarceramento dos mais pobres, na taxa do desemprego estrutural e a informalidade ilícita como marca central de uma “nova” economia latino-americana.
Prof. Dra. Joana Das Flores (UNIFESP)
submitted by parmenidesbeing to brasilivre [link] [comments]


2020.07.27 15:28 parmenidesbeing HSBC Lava dinheiro do mercado das drogas

Na tese mostrei em dados os bilhões de dólares dos mercados de drogas lavados no HSBC. Parti do relatório de investigação do Senado dos Estados Unidos, publicado em fevereiro de 2012, intitulado U.S Vulneratbilities to Money Laundering, Drugs, and Terrorist Financing: HSBC case history. Para se ter uma ideia, em 2002, o HSBC Holdings PLC concordou em adquirir o grupo financeiro Bital (Banco Mexicano) a um preço acordado de US $ 1,20 por ação, estando a corporação avaliada em US $ 1,14 bilhão. No processo de aquisição do grupo, o Bital tinha 647 milhões em depósitos correspondentes no México, 700 milhões nas Ilhas Cayman e 143 em Nova York, e contava com cerca de 6 milhões de clientes e 15.400 funcionários.
Após essa fusão, somente entre novembro de 2006 a fevereiro de 2007, o HBMX enviou quase 742 milhões de dólares (dólares americanos) para o HBUS. Em 2008, o grupo mexicano exportou 4 bilhões em remessas de dinheiro em espécie para os EUA. Já no ano de 2009, o envio foi superior ao de qualquer outro banco mexicano filiado ao HBUS. Ainda segundo o Relatório, empresas menores controladas pelo grupo britânico HSBC transportaram 7 bilhões de dólares em dinheiro por meio de veículos blindados e aviões com destino aos EUA. Esse dinheiro, de acordo com a própria equipe da sede mexicana, estava ligado ao tráfico. Quanto aos valores depositados nas Ilhas Cayman, o relatório aferiu que se tratava de capital do tráfico de drogas, destinado à compra de aviões para os cartéis. Em dezembro de 2012, após 10 meses da publicação do relatório, o HSBC pagou US$ 1,92 bilhão para encerrar a investigação.
A história do Hongkong and Shanghai Banking Corporation Limited (HSBC) na lavagem de dinheiro, oriundo do tráfico de drogas, não é recente. Fundada em Hong Kong, no ano de 1865, pelo escocês Thomas Sutherland, esse banco nasce como instituição financiadora do comércio e tráfico de ópio no Extremo Oriente.
Durante todo o século XX, concentrou suas atividades na ex-colônia britânica, até a devolução do território à República Popular da China, efetuada em 1997, que estava há quase um século sob domínio do Reino Unido. Somente no final dos anos de 1980 é que essa corporação passa a atuar com suas filiais no Continente Americano e em maior parte da Europa.
Tenho escrito e estudado sobre os mercados de drogas como uma "nova saída” da crise do capital. Além de contar com um contingente populacional de desempregados/as em toda a América Latina, esse mercado tende a recolonizar as economias periféricas e dependentes, especialmente dos países que chamo de “rota do novo açúcar”, Brasil, Colômbia, México e Bolívia. Somando a isto está a espacialidade geopolítica e estratégica desses países tanto na produção de matéria-prima quanto na exportação.
No Boletim do Clacso que está para ser lançado avalio esses impactos pós- pandemia, em que uma grande massa de mulheres jovens e não jovens atuarão em escala ainda maior como “trabalhadoras domésticas” do tráfico, tema que venho trabalhando para o meu próximo livro. Não basta estudar a desigualdade social apenas pelo viés da pobreza, é preciso mostrar a concentração da riqueza! Nesse caso: os mercados de drogas, seus fluxos globais e o papel das políticas penais via o aumento do encarceramento dos mais pobres, na taxa do desemprego estrutural e a informalidade ilícita como marca central de uma “nova” economia latino-americana.
Prof. Dra. Joana Das Flores (UNIFESP)
submitted by parmenidesbeing to brasil [link] [comments]


2020.07.23 10:44 diplohora Bruno Rezende : meus estudos para o CACD Parte IV - SUGESTÕES DE LEITURAS pt2

DIREITO
Não sou muito fã de livros de Introdução ao Estudo do Direito, mas, caso seja de interesse de alguém que nunca ouviu falar no assunto, antes de partir para os estudos específicos do Guia de Estudos, sugestões possíveis são Introdução ao Estudo do Direito (Paulo Dourado) e Lições Preliminares de Direito (Miguel Reale). De todo modo, acho desnecessário para o concurso. Você não precisa saber essas teorias iniciais, para passar ao que, de fato, cai nas provas.
- Manual do Candidato: Noções de Direito e Direito Internacional Público (Alberto do Amaral Junior) – não li. Não é indispensável e há leituras mais interessantes. De qualquer modo, não diria que é desprezível.
- Direito Internacional Público (Rezek): é, praticamente, a bíblia da prova de Direito. Além de ser o livro mais importante para a prova de Direito Internacional Público (DIP), é, entre os livros que citarei de DIP, o mais curto e com as letras maiores (depois de meses lendo letras miúdas, isso é uma bênção). Se você estiver lendo outro manual de DIP e encontrar alguma coisa que vá contra o que o Rezek disse, atenção: não desconsidere o Rezek. Os dois argumentos podem ser contrapostos, por exemplo, em uma questão de terceira fase (para a primeira fase, normalmente, evita-se esse tipo de questão que dá margem a confusões). Um professor de cursinho gostava de falar que “in dubio pro Rezek”. A única exceção é a consideração do indivíduo como sujeito de DIP (Rezek não o considera), que é praticamente consensual para a banca. Sobre isso, vide a referência a Cançado Trindade abaixo.
- Manual de Direito Internacional Público (Accioly): muitos adoram e falam muito bem, mas vejo alguns problemas. Em primeiro lugar, de ordem prática: o livro possui excessivas citações e referências históricas e de autores, o que é muito bom para quem deseja conhecer a fundo determinado assunto de DIP, buscar outras fontes etc., mas é (pelo menos eu acho assim) péssimo para alguém que está estudando com a cabeça voltada para a aprovação no concurso. Obviamente, o livro tem seus méritos, e há coisas nele que não há no Rezek, por exemplo, mas não o considero a melhor opção para os estudos para o concurso. Se tiver de escolher entre Rezek ou Accioly, eu sugeriria o Rezek. Se eu tivesse tempo para ler os dois, eu não leria o Accioly e o substituiria pelo Portela, indicado abaixo (sempre conferindo os conteúdos, obviamente, com o Guia de Estudos).
- Introdução ao Direito Internacional Público (Alberto do Amaral Júnior): não muito extenso, bom complemento ao Rezek. Em algumas partes, é até melhor que o Rezek. Pode valer a pena dar uma olhada, apesar de não ser indispensável.
- Direito Internacional Público e Privado (Paulo Henrique Gonçalves Portela): não conheço o livro, mas ele foi indicado por um professor de cursinho para o IRBr. O professor falou que o livro é excelente, mas ele estava esgotado na editora. Em 2011, lançaram nova edição, que já está disponível para a compra, mas não cheguei a ter acesso a ela. De todo modo, esse professor é ótimo e tem uma “filosofia pragmtica” muito próxima { minha, ent~o confio nas recomendações dele.
- International Law (Malcolm Shaw): não li, mas já recebi boas indicações a respeito. Está disponível para download no “REL UnB”.
- Direito Internacional Público (Nguyen Quoc, Patrick Dailler e Alain Pellet)
- Documento “Atos Internacionais – Prática Diplomática Brasileira – Manual de Procedimentos” (Alessandro Candeas): curtíssimo documento sobre a celebração de atos e de acordos internacionais no Brasil (disponível para download no “REL UnB”).
- Artigo “Efetividade do Órgão de Solução de Controvérsias da Organização Mundial do Comércio: uma análise sobre os seus doze primeiros anos de existência e das propostas para seu aperfeiçoamento” (Marcelo Dias Varella): ótimo artigo. Responderia a uma quest~o da terceira fase de 2010 e a uma (ou quase uma) de 2011.
Quanto ao Direito Internacional Privado (DIPri), não estudei em nenhum livro. Como tive aula sobre isso no cursinho, fiquei apenas com minhas anotações de aula mesmo. Por não conhecer o livro do Portela, não sei dizer se é suficiente, mas a parte de DIPri que é preciso saber para a prova não é muita coisa: ler a Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro (antiga Lei de Introdução ao Código Civil) – artigos 7º ao 11; 15; 17 – e a RES STJ 09/05 – artigos 5º e 6º - já é um começo. Para completar, procure algum artigo curto que trabalhe bem esses temas na internet, não deve ser difícil de encontrar.
- O Direito Internacional em um Mundo em Transformação (Cançado Trindade): recebi boas indicações, mas não passei nem perto, por falta de tempo e por pragmatismo, já que tem mais de mil páginas.
- Coletânea de Direito Internacional (Valerio Mazzuoli): essa obra reúne dezenas dos tratados internacionais mais importantes. Muito útil e prático (bem melhor que ficar procurando tudo na internet), com índice de assuntos, índice temático e índice cronológico (o que facilita bastante os estudos). Usei bastante como livro de consulta (em diversos momentos, será importante saber alguns artigos e capítulos especiais de certos tratados, como discutido abaixo) e recomendo fortemente.
Especialmente, para a terceira fase, para complementar suas respostas, decorei os principais artigos, incisos, recursos extraordinários e leis de importantes documentos referentes ao Direito Internacional: Carta da ONU (art. 1º; art. 2, §4º; cap. VI; cap. VII; art. 33, 39, 41, 42, 51), Estatuto da CIJ (art. 38), 4 Convenções de Genebra (art. 3º comum), Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos (art. 1º), Convenção de Viena sobre Direito dos Tratados (artigos 27 e 46), Protocolo de Ouro Preto (art. 34), Constituição da República Federativa do Brasil (art. 4º; art. 5º §2º, 3º e 4º; art. 12; art. 21, incisos I e II; art. 49, inciso I; art. 84, incisos VII e VIII), RE 80.004/77; Lei 6.815/1980; Lei 9.474/1997; RE 466.343/SP. Pode parecer muito, mas, durante os estudos, você verá que não é. Acho que todos esses são importantíssimos e fundamentais para qualquer prova de Direito Internacional. Ao longo de seus estudos, complemente a lista com outros que você julgar importantes (todos os que usei em meus estudos e decorei para a prova estão aí).

>> DIREITO INTERNO

Não costuma cair frequentemente na primeira fase (cai em alguns anos, em outros não cai nada), por isso alguns não dão muita atenção ao Direito Interno. De qualquer forma, é item do Guia de Estudos e não pode ser deixado de lado. Na terceira fase, pode cair indiretamente, misturado a elementos de Direito Internacional (especialmente, Direito Constitucional Internacional).
- Sinopses Jurídicas nº 17 e 18 (editora Saraiva)
- Direito Constitucional Descomplicado (Vicente Paulo e Marcelo Alexandrino): acredito ser ótima alternativa para o estudo de Direito Constitucional. Esqueça manuais de Direito Constitucional (como o gigantesco do Gilmar Mendes, por exemplo), eles são pouco práticos. Além disso, não precisa ler o livro todo, siga os itens pelo edital. Mesmo o livro do Alexandrino terá muitas coisas que não são tão importantes para o CACD. Conhecer as questões de Direito Interno que caíram nas provas anteriores é fundamental para saber ponderar o que é útil e o que não é.
- Direito Constitucional Esquematizado (Pedro Lenza): já me falaram que é melhor que o Direito Constitucional Descomplicado, mas só descobri isso depois, quando já havia comprado o Alexandrino. De qualquer forma, ambos são válidos (repito: confira os tópicos com o Guia de Estudos, senão vai estudar muita coisa à toa).
Quanto ao Direito Administrativo (DA), recomendaram-me o livro da Maria Sylvia Zanella Di Pietro, e estudei por ele, mas não sei se é o ideal. Já me recomendaram, também, os livros de DA de Carvalho Filho e de Celso Antônio Bandeira de Mello, mas não os conheço. Os tópicos de DA do edital são bem específicos (princípios constitucionais da administração pública, controle de legalidade dos atos da administração e responsabilidade civil do Estado), então acho que dá para estudar esses itens específicos ou por bons artigos jurídicos disponíveis na internet ou por qualquer manual de DA, selecionando esses tópicos essenciais. Procure algum manual de DA em bibliotecas e veja o que mais lhe agrada quanto a esses tópicos, que são curtos e fáceis (em uma ou duas páginas, você faz um resumo bom dessa matéria). Na internet, h vrios “resumões de Direito” que podem ajudar nos estudos, especialmente, em DA. Disponibilizei alguns a que tive acesso no “REL UnB”. Reitero a necessidade de conferir os itens com o Guia de Estudos. H muita coisa de DA que é desnecessria (no “Resum~o de DA” que disponibilizei no “REL UnB”, basta ler os itens 3, 6, 10, 12 e 15).
- “Constituição Federal de 1988”: não vai querer decorar a CF toda, porque não adianta nada. Se você souber todos os artigos e incisos dela indicados acima, acho que já conseguirá responder às questões de Direito Internacional que envolverem o tema. Para Direito Administrativo e para Direito Constitucional, acho que não precisa saber nenhum artigo da CF de cor, basta estudar a teoria mesmo (vale dizer que, nos concursos de 2010 e de 2011, não foi cobrado praticamente nada de Direito interno).
ECONOMIA
- Manual do Candidato: Economia (Carlos Paiva e André Cunha): achei não prático e não objetivo em muitas partes e acho que, para alguém não iniciado em Economia, será grande perda de tempo. Por outro lado, é tão incompleto em outras partes que, para alguém já iniciado em Economia, também será perda de tempo. Em resumo: não recomendo a ninguém, com uma ressalva: não li a parte de História Econômica do Brasil no manual, então não posso dizer nada a respeito. Já vi professores recomendarem o capítulo 8, mas não li.

>> MICROECONOMIA, MACROECONOMIA E ECONOMIA INTERNACIONAL

Os três manuais básicos de Economia são:
- Introdução à Economia: Princípios de Micro e Macroeconomia (Mankiw): a recomendação dada por um professor, em uma sugestão que li na internet, é que, na 3ª edição, os capítulos recomendados são: 3 a 9, 14, 15, 18, 21, 23, 24, 29, 31, 33 a 35.
- Economia (Samuelson e Nordhaus)
- Manual de Economia – equipe de professores da USP (org. Pinho e Vasconcelos)
O Mankiw é o mais tradicional e o que conheço melhor. Já ouvi alguns dizerem que preferem o manual do Samuelson ao do Mankiw, mas não o conheço. Se você tiver acesso às duas obras (são figurinhas carimbadas em bibliotecas universitárias) e não estiver satisfeito com uma, tente a outra. De qualquer forma, o Mankiw deve atender bem a suas necessidades. Com relação ao manual dos professores da USP, alguns (principalmente os menos familiarizados com Economia) costumam reclamar quanto a algumas partes em que se aprofunda demais em certos temas que podem parecer incompreensíveis para alguns. Não usei nenhum dos três manuais em minha preparação, pois não estudei essa parte da Economia, que já sabia à exaustão, mas os três são válidos. Escolha o que mais lhe agradar e, caso tenha problemas com algum tema específico, procure em outro. Tenho as versões em “pdf” de todos e disponibilizei-as para download no “REL UnB” (as versões digitalizadas do Mankiw e do Samuelson são em inglês). Não custa repetir: não leia os manuais integralmente! Acompanhe a matéria com o programa discriminado no Guia de Estudos, ou você perderá precioso tempo.
Para quem é de Brasília, sugiro as apostilas de Introdução à Economia da UnB (para adquiri-las, entre em contato pelo site http://www.unb.bface/eco/inteco/). As apostilas não contemplam toda a matéria exigida no concurso, mas podem servir de base para aqueles que estão iniciando seus estudos. Sugiro buscaaprofundar, no mínimo, os seguintes temas além da apostila: teoria da firma e tipos de mercado, teoria do consumidor, contabilidade nacional, multiplicador monetário (não confundir com o bancário), meios de pagamento, oferta e demanda agregadas e Economia Internacional (veja as indicações de Krugman e Obstfeld/Dornbusch e Helmers abaixo). A parte de economia brasileira das apostilas é de caráter bem introdutório e superficial, o que torna indispensável a leitura de toda a matéria em outras fontes (ver indicações abaixo). Além disso, a prova de terceira fase de 2011 provou que é indispensável saber correlacionar os conceitos econômicos aprendidos na matéria com as circunstâncias econômicas globais contemporâneas. Por esse motivo, vale dizer que é muito importante ficar atento aos noticiários econômicos.
- Economia Sem Mistérios (Matthew Bishop): segundo recomendações, bom livro para conceitos de Economia.
- Microeconomia: Princípios Básicos (Hal R. Varian): esse livro não é indicado para quem não possui conhecimentos de Economia Quantitativa. Há, obviamente, muita coisa desnecessária ao concurso (no concurso de 2011, por exemplo, não serviu para absolutamente nada). Passei o olho no livro de maneira rápida, selecionando as partes que se encaixam no conteúdo pedido no CACD (no fim das contas, não é muita coisa). De modo geral, não recomendo estudar por ele (não é todo mundo que está familiarizado com a linguagem matemática de Economia). Fica a sugestão apenas para aqueles que estiverem mais confortáveis com os números (com a observação de, como eu disse, selecionar apenas as poucas partes do livro que são relevantes para o concurso – ter uma noção do que já foi cobrado nos anos anteriores é fundamental para isso).
- Contabilidade Social: a Nova Referência das Contas Nacionais do Brasil (Carmen Feijó): segundo o Guia de Estudos antigo, os capítulos recomendados são: 3 e 5.
- “Estrutura do Sistema de Contas Nacionais” (IBGE) e “Notas Metodológicas do Balanço de Pagamentos” (Banco Central do Brasil): texto curtos e técnicos, mas bastante importantes (os dois textos est~o disponíveis para download no “REL UnB”).
Estudei Contabilidade Nacional apenas por uma folha de fórmulas que xeroquei de um amigo que fez Economia em um cursinho preparatório. De todo modo, se você fizer as provas anteriores (da primeira e da terceira fases), verá quais são as identidades contábeis comumente cobradas no concurso. No “REL UnB”, disponibilizei algumas tabelas de fórmulas de Contabilidade Nacional que encontrei na internet.
Para os itens “teorias clássicas do comércio, vantagens absolutas e comparativas e pensamento neoclssico” e “comércio internacional, efeitos de tarifas, quotas e outros instrumentos de política governamental”, recomendo Economia Internacional: teoria e política (Krugman e Obstfeld), capítulos 1 a 4, 8, 9. Nos capítulos 2 a 4, não dê muita atenção às partes com fórmulas/gráficos, que, para quem não é muito familiarizado com Economia e com Matemática, podem parecer incompreensíveis. O importante, aqui, é entender apenas quais são os principais fundamentos das teorias clássica e neoclássica (esta última entendida como o modelo Heckscher-Ohlin) de comércio internacional. Agora vem a dica de ouro: para os capítulos 2, 3 e 4, leia apenas o a parte “Resumo”, ao final dos capítulos, que contém todas as informações teóricas necessárias para o entendimento das teorias em questão [com a única exceção de, no capítulo 2, ler as duas primeiras páginas (até o final do item “O conceito de vantagem comparativa”) e as duas últimas (do item “Evidências empíricas do modelo ricardiano” até o final)]. Quanto ao capítulo 8, aí, sim, é necessário entender os gráficos e os cálculos empregados (que não são nem um pouco difíceis), pois já foram objeto de questões do CACD em anos anteriores (como na primeira fase de 2009). Os capítulos 1 e 9 são predominantemente descritivos, de leitura fácil e rápida. Em resumo:
· Capítulo 1: ler integralmente;
· Capítulo 2: ler apenas as duas primeiras páginas, as duas últimas e o resumo;
· Capítulos 3 e 4: ler apenas os resumos;
· Capítulos 8 e 9: ler integralmente.
Por fim, algumas partes de Economia Internacional também podem ser encontradas no livro Economia Aberta: Instrumentos de Política Econômica nos Países em Vias de Desenvolvimento (Dornbusch e Helmers). O livro não é próprio para iniciantes (requer conhecimentos sólidos de Introdução à Economia), mas, para os já iniciados, recomendo fortemente. A obra trata desde conceitos iniciais (taxa de câmbio, balanço de pagamentos e política comercial) até história econômica (evolução do sistema financeiro internacional, abertura comercial nos países latino- americanos). Li apenas na graduação, não para o concurso. De todo modo, se tiver tempo, acho que pode ser uma leitura interessante (pelo que me lembro, gostei bastante quando li).
ECONOMIA BRASILEIRA
A seguir, uma série de recomendações de livros de Economia Brasileira15
15 Se sua memória não está muito fresca quanto à história brasileira a partir de meados do século XIX, sugiro começar a estudar a parte de Formação Econômica do Brasil após haver estudado (ou, ao menos, após uma passada mais geral nos temas de) História do Brasil. Acho mais fácil entender, primeiramente, a história, para, depois, entender a história econômica. Além disso, são necessários, pelo menos, conhecimentos básicos de Economia, para estudar Economia Brasileira. Acho importante, se você não teve nenhum contato com Economia ainda, começar com a parte de Economia (Microeconomia, Macroeconomia e Economia Internacional), para, depois, preocupar-se com Economia Brasileira. Enfim, mera sugestão.
- Formação Econômica do Brasil (Celso Furtado): também recomendado para as disciplinas de História do Brasil e de Português (embora com enfoques diferentes). Não li nada para o concurso, e acho que não perdi nada em termos práticos.
- Economia Brasileira Contemporânea (Giambiagi), Economia Brasileira Contemporânea (Gremaud) e Formação Econômica do Brasil (Gremaud): todos foram recomendados, mas não li nenhum para o concurso. Como já disse anteriormente, fiz a parte de Economia Brasileira da prova apenas com minhas anotações de aula da disciplina homônima que cursei na UnB.
- A Ordem do Progresso: Cem Anos de Política Econômica Republicana, 1889-1989 (Marcelo de Paiva Abreu): muitos acham o livro de difícil leitura. Não cheguei a lê-lo para o concurso (havia lido apenas na graduação, já não me lembro muito bem do que achei). Acho que até mesmo o resumo disponível no “REL UnB” pode ser complicado. De verdade, em termos práticos, não sei se vale muito a pena.
- A Economia Brasileira (Baer): também uma opção, embora não indispensável.
- Formação Econômica do Brasil: a Experiência da Industrialização (Versiani e Mendonça de Barros): ler “A Industrializaç~o Brasileira Antes de 1930: Uma Contribuiç~o”.
- Pensamento Econômico Brasileiro (Ricardo Bielschowsky): segundo a bibliografia indicada no Guia de Estudos antigo, os capítulos recomendados são: 2, 9, 10 e 11. Não tenho o livro e não li todos esses capítulos, apenas reproduzo a sugestão (na verdade, só li uma parte do capítulo 3).
Sobre o pensamento econômico de Celso Furtado, incluído no Guia de Estudos de 2011, há, por exemplo, o artigo “Celso Furtado e o pensamento social brasileiro”, de Bernardo Ricupero (disponível para download no “REL UnB”) e o livro de Ricardo Bielschowsky (eu li apenas o “Cap.
III.4 – O Pensamento Desenvolvimentista - O Setor Público: Desenvolvimento Nacionalista”; disponibilizei meu fichamento no “REL UnB”).
- Notas de Aula – UVB: encontrei, na internet, as notas de aula de uma faculdade virtual (UVB) das disciplinas Formação Econômica do Brasil (1500-1930), Economia Brasileira (a partir de 1930) e Comércio Internacional. Compilei as notas e disponibilizei para download no “REL UnB”. Apesar de as notas serem, às vezes, um pouco superficiais, acredito que são boa introdução geral aos temas de Economia Brasileira (ou, ainda, boa revisão geral, depois de já ter estudado). Obviamente, é necessário ponderar, de acordo com o edital, o que é útil e o que não é. As notas de Formação Econômica do Brasil, por exemplo, são muito grandes, mas, conferindo no edital, você verá que só cai História Econômica Brasileira a partir do século XIX (nas notas de Formação Econômica Brasileira, destaco os capítulos 11, 12, 13 e 15). O mesmo vale para o arquivo de notas de Comércio Internacional (ler apenas capítulos 2 a 7). Para Economia Brasileira, sugiro os capítulos de 1 a 10.
Para quem desejar treinar um pouco com exercícios de Economia Brasileira, sugiro, além das provas anteriores do CACD (obviamente), as provas da ANPEC (Associação Nacional dos Centros de Pós-Graduação em Economia). Não tente fazer as provas das outras disciplinas, achando que estará estudando para o concurso, porque as matérias cobradas no exame da ANPEC de Microeconomia e de Macroeconomia, por exemplo, são muito mais avançadas e requerem cálculos muito mais elaborados que o CACD exige. Faça uso, portanto, apenas das provas de Economia Brasileira (são muitas: há, no site da ANPEC, as provas desde 1990). Fazer todas as provas de 1990 até hoje tomará, com certeza, bom tempo de sua preparação. Não fiz nenhuma por falta de tempo mesmo, mas talvez valha mais a pena selecionar duas ou três provas de Economia Brasileira e tentar fazer, como sondagem de suas maiores dificuldades. As provas anteriores podem ser encontradas no site da ANPEC, http://www.anpec.org.bexame.htm (menu à direita).
submitted by diplohora to brasilCACD [link] [comments]


2020.07.23 10:36 diplohora Bruno Rezende : meus estudos para o CACD Parte III – A PREPARAÇÃO INTRODUÇÃO pt 10 a 3ra fase do CACD

Em primeiro lugar, lembro uma coisa muito simples: terceira fase não é segunda fase. Você não precisa se preocupar com propriedade vocabular, vírgulas antes de orações subordinadas reduzidas de infinitivo e coisas do tipo. É óbvio que não vale escrever completamente errado também, mas o que eu quero dizer é que a banca da terceira fase nem sabe das exigências da segunda fase direito, então não precisa se preocupar tanto com aspectos formais da escrita. Obviamente, a necessidade de ter uma tese central e alguns argumentos que a comprovem de maneira coerente permanece, mas isso não é novidade para ninguém. A importância do aspecto formal da terceira fase não está nas palavras e nos termos de uma oração, mas na sequência lógica de argumentos.
Algo bastante importante nas provas de terceira fase é destacar um argumento central, uma tese que responda à questão e que lhe permita apresentar exemplos/construções teóricas e desenvolver argumentos que a comprovem. Nessa situaç~o, vale a velha “fórmula” de dissertaç~o: introdução (com a tese central), argumentação (com uma ideia central por parágrafo, com argumentos que comprovem sua tese central) e conclusão (com retomada da tese e com articulação dos argumentos apresentados). Não há um número ideal de parágrafos, vale o bom senso (evitar parágrafos com apenas uma frase ou excessivamente grandes, mas não é necessário que tenham quase o mesmo tamanho, por exemplo, como ocorre na segunda fase).
Evite juízos de valor muito expressivos. Obviamente, tudo o que você escreve contém um pouco de subjetividade, mas evite adjetivações excessivas e algumas construções, como “é importante ressaltar que…”, “vale lembrar que...” ou “fato que merece destaque é…”.
Evite listagens longas e/ou imprecisas. Por exemplo: se você não se lembra de todos os países que fazem parte de determinado grupo, ou se eles são muitos, evite citações de todos os países (na verdade, não sei por qual motivo alguém iria querer citar os membros de um grupo assim, mas vai que precisa de algumas linhas de “enrolaç~o”, não é?). Ex.: “A UNASUL é composta por Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai e Venezuela”.
Preferir: “A UNASUL é composta pelos doze países latino-americanos (à exceção da Guiana Francesa)” ou “A UNASUL é composta pelo agrupamento dos membros do MERCOSUL e da CAN, acrescidos do Chile, do Suriname e da Guiana”. Quanto a imprecisões, evitar, por exemplo: “A UNASUL é composta por Brasil, Argentina, Venezuela, entre outros”. Se você n~o se lembra de todos ou se o número de países é relativamente grande para citar todos, opte ou pelas alternativas anteriormente apresentadas ou, pelo menos, por algo como “Na UNASUL, destacam-se o Brasil – por sua dimensão territorial, por sua população e por seu peso político-econômico –, a Argentina – importante mercado emergente, com forte setor agrícola voltado à exportação e com indústria diversificada – e a Venezuela – detentora de recursos naturais estratégicos e grande exportadora de petróleo”.
Evite, também, citações e menções excessivas. Elas não devem constituir a base de sua resposta. Excesso de citação de eventos pode ser um problema. Obviamente, citar datas, conceitos e períodos é fundamental, mas o problema começa quando essas referências ocupam frases inteiras, sem argumentação e sem sequência lógica de relações. Veja os Guias de Estudos antigos, para ter uma noção do tipo de resposta preferido pela banca. O importante é não exagerar, para o texto não ficar carregado de informações que, ainda que úteis, não sustentam a tese que responde à questão de maneira consistente. Para conceitos menos conhecidos, convém citar a fonte (de todo modo, ainda que certos conceitos, como “Estado normal”, sejam consagrados na literatura sobre política externa brasileira, dizer que “o país entrou, assim, no período que Amado Cervo define como ‘Estado normal’” me parece boa estratégia – até porque o próprio Amado Cervo já foi da banca corretora vez ou outra; o José Flávio Sombra Saraiva é outro que tenho certeza de que irá adorar ver seu nome mencionado em uma resposta).
Algo bastante útil é evitar criar (e cair em) armadilhas. Se você sabe, por exemplo, que o Pacto Andino foi firmado em 1969, mas não tem certeza se a organização aí criada já se chamava Comunidade Andina de Nações, por exemplo, opte por uma formulação de resposta que evite comprometer-se quanto a isso. Uma sugest~o seria, por exemplo: “Firmado em 1969, o Pacto Andino consubstanciou importante passo para a criaç~o da Comunidade Andina de Nações (CAN)”. Desse modo, você evita incorrer no erro de atribuir ao Pacto a responsabilidade pela criação da CAN, sem deixar de destacar sua importância para que isso ocorresse posteriormente. Evite, também, conceitos “politicamente incorretos” ou em desuso, como “governo neoliberal” (preferir “governo associado aos princípios do Consenso de Washington”, por exemplo), “país subdesenvolvido” (preferir “país de menor desenvolvimento relativo”, por exemplo) etc.
Para boa parte dos argumentos a ser empregados na terceira fase, a leitura atenta e o fichamento das melhores respostas dos Guias de Estudos anteriores podem ajudar bastante. Eu tive um professor de cursinho, o Ricardo Macau, que gostava de dizer que o intuito de fichar os Guias de Estudos era, simplesmente, roubar argumentos. Ninguém precisa inventar novos argumentos, para tentar “chocar” a banca. Se a banca publica um Guia de Estudos anualmente, dizia ele, é para mostrar a todos os candidatos o que ela queria ler como resposta naquela questão e o que ela quer ler nas respostas dos concursos dos anos seguintes. Dessa maneira, não há nenhum constrangimento em fichar os principais argumentos das provas dos anos anteriores e em usá-los nas questões pertinentes da terceira fase. Alguns desses argumentos foram muito úteis para mim, especialmente nas provas de História do Brasil, de Política Internacional e de Direito.
Uma coisa que pouca gente fala é que os Guias de Estudos nem sempre são cópias fidedignas das respostas dos candidatos. A organização do concurso entra em contato com os autores das respostas selecionadas e solicita que os próprios autores digitem suas respostas. Os candidatos podem fazer eventuais alterações pontuais de algumas imprecisões, mas alguns poucos acabam exagerando. Para quem está se preparando para o concurso, não poderia haver nada pior, já que não podemos ter uma noção exata de qual tipo de resposta foi avaliado como suficiente pelos examinadores (por saber que era possível alterar, eu sempre ficava em dúvida: será que ele/ela ganhou essa nota escrevendo tudo isso mesmo?). J vi gente dizendo que “quem consegue fazer as melhores respostas deu sorte, porque fez mestrado ou doutorado no assunto, pelo menos”, e isso é completa mentira. O que ocorre é que essas pessoas souberam conjugar estudo eficiente e capacidade de desenvolvimento analítico diferenciada que sejam convertidos em uma argumentação clara e consistente. Para isso, não tem mestrado ou doutorado que adiante. Em algumas questões, você sente ser capaz de escrever o dobro ou ainda mais sobre aquele assunto (principalmente, nas questões de 60 linhas), mas o que mais conta, no fim das contas, é a forma, o modo como você organiza suas ideias, os argumentos de que você faz uso etc.
Na prova de História do Brasil, alguns temas são mais ou menos recorrentes. Definição das fronteiras nacionais, política externa do Império, política externa dos governos Quadros-Goulart (Política Externa Independente), política externa dos governos militares (especialmente, Geisel), relações do Brasil com a América do Sul (destaque para as relações Brasil-Argentina desde o século XIX), relações do Brasil com a África (do período da descolonização até a década de 1980). Obviamente, há inúmeros outros temas (bastante pontuais às vezes) que também são cobrados, mas eu acho que, se eu tivesse só uma semana, para estudar tudo de História do Brasil, eu escolheria esses temas. Ainda que eles não sejam cobrados diretamente, podem ser encaixados em muitas outras questões.
A prova de Inglês consiste de uma tradução do Inglês para o Português (valor: 20 pontos), de uma versão do Português para o Inglês (valor: 15 pontos), de um resumo de texto em Inglês (valor: 15 pontos) e de uma redação sobre tema geral (valor: 50 pontos). As notas de Inglês são, geralmente, bem mais baixas que as das demais provas, o que, considerando que boa parte dos candidatos que chega à terceira fase tem alguma experiência no domínio avançado da língua inglesa (acredito eu), é claro sinal de que a cobrança é bastante rigorosa, e apenas conhecimentos básicos da língua não são suficientes.
Quanto à tradução e à versão, não tenho muito a dizer. Há dedução de 1,00 ou de 0,50 pontos (dependendo do tipo de erro) do valor total do exercício para cada erro de tradução13. O vocabulário cobrado nem sempre é muito simples (um ou outro termo pode ser mais complicado), mas, em geral, não há muitos problemas. Normalmente, as notas da tradução são bem maiores que as notas da versão. Um pequeno “problema” nas traduções e nas versões é o seguinte: o examinador escolhe, tanto nas traduções para o Português quanto nas versões para o Inglês, algumas expressões que ele quer, obrigatoriamente, que o candidato use determinados termos que correspondam àquela palavra ou expressão na outra língua. Assim, por exemplo, se há o termo “vidente”, para ser traduzido para o Inglês, e se o examinador escolheu essa palavra, para testar os candidatos, você ser penalizado, se tentar dizer isso com uma express~o como “a person who foresees” ou coisa do tipo. Se o examinador, entretanto, não houver escolhido essa palavra como teste, você poderá não perder nenhum ponto por isso. O maior problema é que, obviamente, você não sabe quais são as expressões que serão escolhidas enquanto faz a prova. Pode ser que uma expressão para a qual você não conhece a tradução exata não seja uma das escolhidas pelo examinador, e dizer a mesma coisa de outra maneira (com uma frase ou com uma expressão mais longa que exprima o mesmo sentido) pode não implicar penalização. Enfim, não há como saber isso antecipadamente, então a melhor alternativa é, sempre, a tradução o mais fidedigna possível. De toda forma, se não souber, aí não tem jeito, invente alguma coisa, pode ser que seja aceita. Só nunca, nunca, deixe um espaço em branco, pois isso atrai os olhos do examinador, e ele saberá que já tem algo faltando ali. Mesmo que você não tenha nenhuma ideia do que alguma coisa signifique ou de como traduzir, invente palavras, crie sinônimos que não existem, faça qualquer malabarismo linguístico que estiver a seu alcance, só não deixe espaços em branco. Como os examinadores corrigem mais de duzentas provas (números de 2010 e de 2011), pode ser que alguns erros acabem passando despercebidos.
13 Segundo o Guia de Estudos: menos 1,00 pontos por falta de correspondência ao(s) texto(s)-fonte, erros gramaticais, escolhas errôneas de palavras e estilo inadequado; menos 0,50 pontos por erros de pontuação ou de ortografia. Apesar dessa previsão no Guia de Estudos, a banca também tem considerado, nos últimos concursos, que também se subtraem 0,50 pontos por erro de preposição, ao invés de 1,00 pontos.
O resumo do texto em Inglês costuma surpreender alguns candidatos com baixas notas. A atribuição de pontos é feita de acordo com uma avaliação subjetiva que considera várias coisas: quantidade de erros, abrangência de todos os pontos selecionados pelo examinador como os mais importantes do texto etc. Não é necessário incluir exemplos no resumo, que deve, com suas palavras, abranger todos os principais temas discutidos no texto, seus argumentos e sua linha de raciocínio (os temas e os argumentos podem ser apresentados na ordem que você considerar mais interessante, não é necessário seguir a ordem do texto). No resumo, não se emite opinião sobre o texto, e n~o é necessrio dizer “o autor defende”, “segundo o autor” (em Inglês, obviamente). Como se trata do resumo de um texto, é evidente que tudo o que está ali resume as opiniões do autor. Não é necessário fazer uma introdução e uma conclusão, você perderá muito espaço, e não é esse o objetivo do resumo. Seja simples e direto, acho que é a melhor dica.
O comando indica um máximo de 200 palavras, mas eles não contam. Já vi professores dizendo para que os alunos fizessem, obrigatoriamente, entre 198 e 200 palavras, mas, se você buscar os Guias de Estudos anteriores, verá que há resumos que fogem a esse padrão (para baixo ou para cima) e que foram escolhidos como o melhor resumo daquele ano. É claro que você não vai escrever 220 palavras, mas acho que umas 205, mais ou menos, estão de bom tamanho (escrevi um pouco mais de 200, acho que 203, não sei). A professora do cursinho de terceira fase dizia que podíamos fazer até cerca de 210 (desde que a letra não fosse enorme, para não despertar a curiosidade do examinador) que não teria problema. É claro que o foco deve estar nos 200, esse valor superior é apenas para o caso de lhe faltarem algumas palavras, para encerrar o raciocínio.
Em 2011, os 15,00 pontos do resumo foram divididos em duas partes: 12,00 pontos para a síntese dos principais aspectos do texto e 3,00 pontos para linguagem e gramática. O examinador determinou que havia seis tópicos principais do texto que deveriam ser incluídos no resumo e atribuiu até dois pontos para a discussão de cada um desses tópicos. Obviamente, não há como saber quantos serão esses tópicos. O melhor a fazer é tentar tratar de todos os aspectos mais importantes do texto com o mínimo possível de palavras. Se sobrarem 10 ou 15 palavras, não desperdice, faça uma frase a mais, quem sabe isso pode lhe render alguns preciosos décimos a mais.
A redação em Inglês é de 45 a 60 linhas, com valor de 50 pontos. Esses 50 pontos são distribuídos em: planejamento e desenvolvimento (20 pontos), qualidade vocabular (10 pontos) e gramática (20 pontos), com penalização de 1,00 ou de 0,50 pontos por erro, de acordo com o tipo de erro14 (descontados da parte de gramática). Nota zero em gramática implica nota zero na redação (logo, cuidado para não zerar). Há penalização de 1,00 pontos para cada linha que faltar para o mínimo estabelecido.
Normalmente, a redação trata de temas internacionais de fácil articulação. Não há recomendações de número de parágrafos, de número de linhas por parágrafo ou coisa do tipo. As principais coisas a observar são: ter uma tese central, usar argumentos que a sustentem, e, sobretudo, fornecer exemplos. Ao ver espelhos de correção de concursos anteriores no cursinho, fica evidente que muitas notas de planejamento e desenvolvimento são mais baixas devido à ausência ou à insuficiência de exemplos, como indicam os comentários dos examinadores em provas anteriores (a prova de Inglês é a única da terceira fase que vem com comentários e com marcações). Eu diria, portanto, que é necessário prestar atenção na argumentação coerente que comprove a tese, é claro, e no fornecimento de vários exemplos que sustentem a argumentação apresentada. É claro que só listar dezenas de exemplos pode não adiantar nada, mas, se você souber usá-los de maneira coerente, como complemento à argumentação, acho que poderá ser bem recompensado por isso. Ao contrário do que já vi dizerem por aí, não há penalizaç~o por “ideologia” discrepante daquela da banca. Aproveitando a temática da prova de 2001, não interessa se você é contra ou a favor da globalização, o importante é elencar argumentos fortes e sustentá-los com exemplos pertinentes.
14 Segundo o Guia de Estudos, menos 1,00 pontos por erro (exceto para erros de pontuação ou de ortografia, para os quais há subtração de 0,50 pontos). Apesar dessa previsão no Guia de Estudos, a banca também tem considerado, nos últimos concursos, que também se subtrai 0,50 pontos por erro de preposição, ao invés de 1,00 pontos.
Por fim, a parte de qualidade vocabular não se refere só ao uso de construções avançadas de Inglês (inversões, expressões idiomáticas etc.). De nada adianta usar dezenas de construções avançadas, se você tiver muitos erros de gramática. Os 10 pontos de qualidade vocabular levam em consideração tanto o número de construções avançadas que você usou quanto o número de erros de gramática que você teve. Ainda que você use poucas construções avançadas, se não errar nada de gramática (ou se errar muito pouco), sua nota nesse quesito deverá ser bem alta. Dessa forma, acho que o melhor a fazer é preocupar-se, primeiramente, com gramática. Uma pequena lista de expressões idiomáticas passíveis de se empregar, combinada com o uso de construções mais avançadas (como inversões, por exemplo), já pode significar boa nota de qualidade vocabular, se você não perder muitos pontos de gramática. Não vou dizer quais usei, senão todo mundo vai usar as mesmas e ninguém vai ganhar pontos. Usem a criatividade: vejam expressões diferentes, palavras conotativas apropriadas, verbos e palavras mais “elaborados” etc.
Em resumo, acho que o principal da redação é: errar pouco em gramática e fornecer exemplos. Com isso e com bons argumentos, sem fugir ao tema, eu diria que há boas chances de uma nota razoável.
A prova de Geografia é, a meu ver, uma das mais chatas e imprevisíveis. Cada ano, a prova é de um jeito, ora cobra Geografia física, ora cobra teoria da Geografia etc. No geral, acho que a banca não tem muita noção de que está avaliando conhecimentos importantes para o exercício da profissão de diplomata, não de geógrafo. Assim, frequentemente, aparecem algumas questões bem loucas. O bom das questões mais chatas de Geografia é que a banca costuma ser mais generosa na correção. Há alguns anos, uma questão sobre minérios na África, por exemplo, aterrorizou muitos candidatos, mas, na hora da correção, segundo um professor de cursinho, as notas não foram tão baixas. Por isso, não se preocupe tanto com essas questões mais espinhosas que, eventualmente, aparecem na terceira fase de Geografia.
Em 2011, uma das questões (sobre navegação de cabotagem no Brasil, na década 2001-2010) havia sido tema de uma reportagem do programa Globomar duas semanas antes da prova. Para falar a verdade, eu não sabia nem o que era Globomar, se era uma reportagem do Fantástico, um quadro do Faustão ou a nova novela das sete, mas, como um raio pode cair duas vezes no mesmo lugar, não custa nada informar para que você fique atento a algumas dessas questões mais recentes. Não precisa gravar e tomar notas de todo Globomar daqui para frente. Dar uma olhada nos temas desse tipo de programa, de vez em quando, já deve ser mais que suficiente. Vale dizer que o mais importante é, sempre, Geografia do Brasil. Não precisa assistir o National Geographic sobre monções no Sri Lanka, porque não vai cair. De todo modo, assuntos relativos à costa e ao litoral brasileiros são reincidentes no concurso.
Muitos falam sobre a necessidade de usar o “miltonsantês”, como s~o conhecidos os conceitos de Milton Santos, nas respostas de terceira fase. É algo meio batido, mas acho que todo mundo que faz, pelo menos, o cursinho preparatório para a terceira fase deverá ouvir alguma coisa a respeito, então não se preocupe com isso. Se der para usar alguns conceitos em determinadas questões, use sem exageros. Esses termos podem render bons olhos com a banca, mas ninguém tira total só porque escreveu dez conceitos miltonianos na resposta.
Algumas argumentações s~o “coringas” em Política Internacional. Alguns conceitos, como “multilateralismo normativo”, “postura proativa e participativa”, “articulaç~o de consensos”, “reforma da ordem”, “juridicismo”, “pacifismo”, “pragmatismo”, “autonomia pela participaç~o” etc., poderão ser encaixados em quase todas as respostas de terceira fase. Relações Sul-Sul, América do Sul, BRICS, IBAS, África também são temas que poderão ser empregados em diversos contextos (temáticas recorrentes nos últimos concursos). Desse modo, saiba usar esse conhecimento a seu favor. Se há uma questão que pede comentário sobre algum aspecto da política externa brasileira contemporânea, citar esses conceitos já pode ser bom começo.
Não custa nada lembrar que você está fazendo uma prova para o Ministério em que você pretende trabalhar pelo resto da vida. Criticar a atuação recente do MRE não é sinal de maturidade crítica ou coisa do tipo, pode ter certeza de que n~o ser bem visto pela banca corretora. N~o precisa “puxar o saco” do governo atual descaradamente, mas considero uma estratégia, no mínimo, inteligente procurar ressaltar que, apesar de eventuais desafios à inserção internacional do Brasil, o país vem conseguindo alçar importantes conquistas no contexto internacional contemporâneo, como reflexo de sua inserção internacional madura, proativa e propositiva. Na prova de 2011, a prova da importância de saber a posição oficial do MRE com relação a temáticas da política internacional contemporânea ficou evidente em uma questão que pedia que se discutisse a situação na Líbia, apresentando a posição oficial do governo brasileiro e os motivos para a abstenção do Brasil na votação da resolução 1.973 do Conselho de Segurança da ONU. Saber a posição oficial do governo sobre os principais temas da agenda internacional contemporânea é fundamental na terceira fase. Na primeira fase também: em 2011, um item dizia que o MRE usava a participação na MINUSTAH como “moeda de troca” para o assento permanente no Conselho de Segurança da ONU. Por mais que a mídia sensacionalista diga isso e por mais que você, porventura, acredite nisso, não é essa a posição oficial do Ministério, então isso não está correto e ponto. Seja pragmático e tenha, sempre, em mente que você está fazendo uma prova para o governo. Em dúvida, pense: o que o governo brasileiro defende nessa situação? Essa posição vale tanto para a primeira fase quanto para a terceira.
Com relação à prova de Direito, é uma avaliação, a meu ver, bastante tranquila e uma das mais bem formuladas. Não há grandes segredos, e a leitura (acompanhada do fichamento) dos Guias de Estudos antigos é fundamental. Muitos estilos de questões repetem de um ano para o outro, e alguns argumentos gerais sobre o fundamento de juridicidade do Direito Internacional Público, por exemplo, são úteis quase sempre. Ultimamente, a probabilidade de questões sobre Direito interno propriamente dito tem sido reduzida a temáticas que envolvam o Direito Internacional (como a questão sobre a competência para efetuar a denúncia a tratados, cobrada em 2010). Em Direito Internacional Privado, o que já foi cobrado do assunto, em concursos recentes, esteve relacionado à homologação de sentença estrangeira, assunto bastante básico e tranquilo de estudar. Em Direito Internacional Público (DIP), atenção especial à solução de controvérsias (meios pacíficos, meios coercitivos, meios jurídicos e meios bélicos), ao sistema ONU e ao sistema de solução de controvérsias da Organização Mundial do Comércio, além do supracitado fundamento de juridicidade do DIP (“afinal, por que o DIP é Direito?”). Uma dica que vale tanto para as questões de Direito quanto para as de Economia é tomar cuidado com o número de linhas. Como há questões de 60 e de 40 linhas, corre-se o risco de perder muito espaço com argumentos e ilustrações não necessários à questão. Nas provas dessas duas matérias, não acho que seja tão necessário preocupar-se tanto com a introdução e com a conclusão nas questões de 40 linhas (nas de 60, se houver, devem ser bem curtas), pois não há espaço suficiente para isso. Em minhas provas de terceira fase, apenas respondi a essas questões de 40 linhas diretamente.
A prova de Economia mudou muito, se você comparar as provas de 2008-2009 às de 2010-2011, por exemplo. Anteriormente, havia questões enormes de cálculos, equações de Microeconomia etc. Em 2010, a única questão que envolvia cálculo era ridiculamente fácil. Em 2011, para melhorar a situação daqueles que não gostam dos números, não havia um único cálculo nas questões, todas elas analíticas. Além disso, as cobranças anteriores de Economia Brasileira focavam, especialmente, no período da República Velha (isso se repetiu em 2010). Em 2011, até mesmo o balanço de pagamentos atual do Brasil e a economia dos BRIC na atualidade foram objetos de questões. Talvez seja uma tendência da prova de Economia dos próximos anos, de priorizar o raciocínio econômico, em detrimento dos cálculos matemáticos que aterrorizavam muitos no passado. Ainda que eu não tenha problemas com cálculo (e goste bastante, inclusive), devo admitir que me parece muito mais coerente cobrar economia dos países do BRIC do que insistir nos cálculos de preço de equilíbrio, quantidade de equilíbrio, peso-morto etc., se considerarmos que se trata de uma prova que visa a selecionar futuros diplomatas (aí está uma lição que a banca de Geografia precisava aprender).
Ainda que, à primeira vista, esse novo tipo de prova possa parecer mais fácil, pode não ser tão tranquilo quanto parece. Por mais contemporâneas que as questões sejam, acho que os candidatos correm o sério risco de confundir a prova de Economia com uma prova de Política Internacional (por envolver BRIC, por exemplo). Lembre-se, sempre, de que quem corrige as provas de Economia são economistas. Como economistas, eles valorizam o raciocínio econômico, com o uso de conceitos econômicos, e é isso o que deve ficar claro, em minha opinião, em questões como essa. Tenho maior facilidade com esse raciocínio econômico e com os conceitos da disciplina, por haver participado da monitoria de Introdução à Economia da UnB por quatro semestres. A quem não teve essa experiência, para acostumar-se a esse “economês”, nada melhor que bons noticirios de Economia:
- Brasil Econômico: http://www.brasileconomico.com.b
- Financial Times: http://www.ft.com/home/us
- IPEA: http://agencia.ipea.gov.b
- O Globo Economia: http://oglobo.globo.com/economia/
- The Economist: http://www.economist.com/
- Valor Econômico: http://www.valoronline.com.b, entre vários outros.
Obviamente, não precisa ficar lendo todas as notícias postadas em todos esses sites, todos os dias. Já tentei o esquema de ler uma notícia por dia de uns cinco sites de notícias e cansei facilmente. Não acho que seja possível dizer um número ideal de notícias econômicas lidas por semana, mas sei lá, umas duas ou três já são melhor que nada.
submitted by diplohora to brasilCACD [link] [comments]


2020.06.22 07:01 J0n_Snuh Vocês consideram o Brasil parte da América Latina?

Não só nas escolas mas como no mundo, o Brasil é considerado parte da América Latina. A América Latina, de acordo com a Wikipedia, é o grupo de países que falam línguas de origem latina - espanhol, português e francês, no caso - no continente americano. Apesar dessa definição, outra vertente diz que esse grupo é determinado por uma afinidade cultural - e é aí que eu quero chegar.
Em uma primeira análise, pode-se dizer que a cultura dos países "latino-americanos" é similar, já que a religião predominante é a católica, o esporte mais popular é futebol e temos o esteriótipo de sermos alegres. Porém, a cultura do Brasil destoa muito dos demais países do grupo em aspectos primordiais. Irei listar alguns dos aspectos que acredito que possam servir de argumento para defender a exclusão do país desse grupo:

Sem contar alguns países do Caribe e do norte da Am. do Sul, a população negra é ínfima em grande parte dos países da LATAM. Já no Brasil, a cultura negra possui um papel extremamente relevante tanto na formação quanto no presente da cultura nacional. Alguns dos impactos dela estão presentes no meio das artes, nos movimentos sociais e no próprio linguajar dos brasileiros.

O Brasil possui um histórico de consumir mídias de países hispanofalantes e aportuguesá-los - Chaves e Chiquititas, por exemplo -, porém não consigo pensar em nenhuma série ou filme de outros países da LATAM que tiveram um grande alcance em nosso país recentemente.
Indo para o meio musical atual, o Reggaeton é, de longe, o gênero musical mais consumido da América Latina, mas aqui no Brasil ele é pouco ouvido. O nosso gênero mais consumido, o Funk, é restrito ao território nacional - poucos artistas tem uma música ou outra viral no resto do continente.

Óbvio, o futebol é predominante em todo o continente, porém os outros esportes praticados diferem muito do Brasil para o resto do continente. Para começar, o Caribe e a Venezuela possuem uma tradição muito forte no beisebol, enquanto no Brasil o esporte ainda é limitado à poucas regiões (especialmente àquelas que possuem uma grande comunidade japonesa). Os nosso hermanos tem o Rugby como um segundo esporte que chega até a rivalizar com o futebol em certos momentos. Já no Brasil, o Atletismo, o Volêi, as Lutas e os esportes aquáticos são muito mais presentes do que nos países vizinhos.

Conclusão
Enfim, não estou querendo afirmar nada, afinal eu não tenho uma resposta definitiva em relação a esse assunto. Eu citei somente alguns aspectos que vieram à minha cabeça, por isso espero que contribuam com mais argumentos contra ou a favor da inclusão do Brasil na América Latina e que questionem os meus argumentos apresentados - pois não tenho 100% de certeza sobre eles. Por último, obrigado por lerem até aqui!
submitted by J0n_Snuh to brasil [link] [comments]


2020.06.21 02:02 Cyberthinker Estou na Itália, horrorizado vendo o Brasil de fora. E tenho um amigo alemão que quer morar em Fortaleza, uma das cidades mais perigosas do mundo! O cara endoideceu ou tem sentido?

Estou na Itália, horrorizado vendo o Brasil de fora. E tenho um amigo alemão que quer morar em Fortaleza, uma das cidades mais perigosas do mundo! O cara endoideceu ou tem sentido?
Caminhando por uma cidadezinha na Itália, vejo esta cena inusitada: vários vendedores deixam as mercadorias fora da loja, fora de visão... e uns até fecham as lojas ao meio-dia e deixam os produtos lá fora!
https://preview.redd.it/n5di99vif5651.png?width=982&format=png&auto=webp&s=2ad8cee49c06641498faf8adc93fbffeae524eee
Sim, há lojas que fecham e ficam como essa na foto, sem ninguém dentro, vc pode entrar no hall de entrada e há algumas mercadorias ali. Talvez tenha câmeras? Não sei... Tudo bem que é uma vila calma do interior... Mas e se fosse no Brasil? Alguém já viu isso por aí?
Bem, eu sou de uma cidadezinha do interior de SC (que se gaba de ser um dos Estados mais seguros) e nunca vi nada disso. Na verdade nossa preocupação com segurança é constante. Nunca dá pra deixar nada no jardim com o portão aberto, as coisas somem, a casa nunca pode ficar sozinha... as casas de vários vizinhos já foram roubadas, já tentaram arrombar nossa casa algumas vezes, é apavorante vc estar em casa e ser acordado por ladrões tentando arrombar!!! Nunca deixamos o carro estacionado em qualquer lugar, já tivemos experiências ruins. Evitamos sair de noite, e tem várias notícias de roubos, assassinatos, principalmente de comerciantes.
Sempre gostei de morar no Brasil, defendo nossa terra e nosso povo, ressalto nossas qualidades e não perco as esperanças de que nosso país vai melhorar. Mas está difícil. As notícias, além da pandemia e do caos político, são de pessoas mortas por bala perdida, corpos esquartejados achados no lixo, tentativa de roubo seguido de morte, tiroteios, chacinas... Cansei de ver isso muitas vezes numa ÚNICA olhada nas notícias do dia!
Será que é normal? É assim no mundo inteiro ou o Brasil é um estado de barbárie? Será que a mídia brasileira está exagerando e só mostra tragédia? Claro que tbm vejo notícias de crimes na Itália, até conhecidos relatam que foram roubados... mas não vejo tanto... talvez porque vejo menos notícias da Itália, mas violência deve ter assim em todo lugar. Será? Basta pesquisar: os números mostram que infelizmente o Brasil é um dos países mais violentos do mundo.
Sou apenas um estudante latino-americano... se eu tivesse condições tiraria minha família do Brasil. Tem gente que pensa que morar na Europa é um mar de rosas... na verdade pode ser bem longe disso: muitos precisam recomeçar tudo do ZERO, nosso currículo brasileiro pode ter pouco valor fora, muitos não se adaptam, não conseguem se erguer, há quem se decepcione muito... Mas só o fato de não ter tanta violência acho que já é uma boa razão pra tentar.
Estou refletindo sobre isso porque um amigo alemão ganhou uma herança e quer comprar um imóvel em Fortaleza (porque diz que é o que o dinheiro dá e a imobiliária está tentando convencê-lo, fazendo propaganda como se fosse apenas um paraíso) e ele quer tentar morar lá. Como sou brasileiro, ele veio perguntar o que acho. Eu acho que ele está louco.

Enfim... como é morar em Fortaleza?
E qual é a visão de vcs sobre esse assunto? Se sentem seguros onde moram no Brasil/exterior?
submitted by Cyberthinker to brasil [link] [comments]


2020.06.09 01:19 born-to-ill Differences between the national cultures of the Americas and views of culture

I read a post in this sub earlier that brought this to mind. It was one of the many US Latino posts talking about how they were raised in the culture of their parents county.
I noticed a trend in US Latinos saying this, and US Americans in general saying that the US doesn’t have a culture or is an amalgamation of different cultures, and that we “represent” the world in cultures, and began thinking that this in a roundabout way, is something of a form of American exceptionalism. By that, I mean that people maintain that we’re unique because “only the US has such a wide variety of people of different cultures”; When, what I find in reality is all slightly different flavors of estadounidense.
Sociology understands culture as the languages, customs, beliefs, rules, arts, knowledge, and collective identities and memories developed by members of all social groups that make their social environments meaningful. https://www.asanet.org/topics/culture
Some reduction of culture that I’ve seen Redditors engage in is reduction of it to culinary traditions, and language. (i.e. I always ate Mexican food at home so I’m Mexican or we spoke Spanish at home so I’m Latin American)
Speaking as someone who lived in the US and Mexico, as well as Japan and the UAE for a time, I find these viewpoints overly simplistic in viewing what culture is.
A typical child of Latinos living in the US, such as myself, is not exposed to a number of things even if they have close ties. (I know that I didn’t until I began attending school in Mexico)
Ex:
Individualidad: Los americanos están motivados desde una edad temprana para ser independientes y desarrollar sus propios objetivos en la vida. No se les acostumbra a depender (demasiado) de otros, incluidos sus amigos, maestros o padres.
Arduo trabajo y logros: A los estadounidenses les encanta competir con ellos mismos y con los demás. Tienden a estar altamente orientados hacia el progreso y el éxito. Se sienten bien cuando rompen sus propios récords en la escuela, el atletismo u otro tipo de competencia académica o profesional.
Privacidad: A los estadounidenses les gusta la privacidad y disfrutan del tiempo a solas. Los visitantes de otros países encontrarán abiertas las oficinas y hogares de los estadounidenses, pero sus pensamientos se consideran privados.
En Estados Unidos, es inapropiado visitar a una persona sin avisarle de ante mano. Se puede considerar irrespetuoso a menos que sea una emergencia. No es aconsejable llamar a nadie por la noche, especialmente si hay niños en casa.
Igualdad: «Todos somos creados iguales» es un ideal estadounidense que casi todas las personas en Estados Unidos defienden y significa que todos en el país, tanto hombres como mujeres de todas las etnias y todos los grupos culturales, tienen los mismos derechos.
La falta de uso de un título que denota autoridad entre las personas en Estados Unidos es un ejemplo de igualdad. Los títulos, como «señor» y «señora» se usan rara vez. Es común llamar a gerentes, directores, presidentes e incluso maestros (profesores) por su primer nombre.
Tiempo: Llegar a tiempo es imperativo en Estados Unidos. Los estadounidenses se enorgullecen de ser puntuales y aprovechar al máximo su tiempo.
Puede ser en la escuela, el trabajo, las citas o la cena, llegar a tiempo es una señal de respetar el tiempo de otras personas. La mayoría de los estadounidenses se disculpará si llegan tarde a alguna parte.
Por ejemplo, en la escuela, se alienta a los estudiantes a llegar siempre a tiempo, y se les penaliza si llegan tarde a clases. También se espera que los maestros lleguen a tiempo. Los estudiantes en la mayoría de las universidades tienen permiso institucional para abandonar el aula si su instructor llega entre 15 y 20 minutos tarde.
Informalidad: El estilo de vida de los estadounidenses es generalmente informal, puedes ver a los estudiantes en clase vestidos con pantalones cortos y camisetas. Los instructores masculinos rara vez usan corbatas y algunos de ellos incluso pueden usar jeans. Las instructoras usan pantalones y zapatos cómodos para caminar.
Los saludos y las despedidas suelen ser breves, informales y amables. Los estudiantes pueden saludarse con un simple «Hola», «¿Cómo estás?» o «¿Qué pasa?». Las despedidas pueden ser tan breves como: «Nos vemos», «Tómatelo con calma» o «Ven en algún momento». Las amistades también son casuales; Los estadounidenses parecen comenzar y terminar fácilmente las amistades.
https://abasto.com/consejos/diferencias-culturales-hispanos/
Now, this is a broad description, but I find it somewhat accurate. The kids that I see visiting from the US have some similar characteristics.
1.) Poor command of Spanish that they don’t realize. By this, I mean use of unintentional Spanglish, poor grammar, and weird phrasing. “No hace sentido.” “Haiga” “Ansina” or just straight up replacing the spanish phrase with English “los ‘incidental expenses’ instead of ‘los gastos imprevistos’” or even by the use of filler words like “uhhhhh” instead of “esteeee”
2.) Perceived rudeness: not addressing people properly, not using titles, deviating from expected social behavior. Like, doing business, it’s more appropriate for me, when meeting someone, to sit down and chat for a good while before discussion of what the meeting was for. Also being overly direct, asking someone “why were you late?” or direct airing of problems in front of people. Also goes for simply saying shit like “is the ice in drink you gave me safe to drink?” Like, yeah, they wouldn’t have given it to you if it was fucking poison.
3.) dressing like a slob: US Americans tend to wear athletic gear everywhere, even to dinner, and that’s not gonna cut it in a lot of places.
4.) challenge of authority: the teacher-student relationship is way different, in the US students like to challenge a teachers decision or complain directly, I don’t find that to be the case elsewhere.
5.) race: US has weird views on race, if you grew up here you probably Internalized it somewhat.
https://www.psychologytoday.com/us/blog/looking-in-the-cultural-mirro201508/the-american-discussion-race-is-ethnocentric?amp
I see this particularly when talking about social issues. Or claiming that Latin America is racist for C, Y, or Z reasons.
Americans are accused of believing “Aren’t we great? Do as we do!” In reality, they are far more likely to say, “We think the American way is great; we assume you want to be like us, but, if you don’t, that’s really not our concern.”
https://www.pewresearch.org/2006/05/09/the-problem-of-american-exceptionalism/
All of this goes to my point that the US DOES have a very real national culture, and although you don’t see it when you live here, it’s pretty visible looking in from the outside. If you’ve been here long enough, you pick up a lot of these traits and behaviors, which go far beyond the “I eat tortillas so I’m not a gringo” viewpoints I see.
What are y’all’s thoughts on this? What cultural behaviors are unique to your countries?
Hofstede’s cultural dimensions is an interesting way to describe the differences, and how an individual might act in light of the culture they grew up in.
https://www.hofstede-insights.com/country-comparison/mexico,the-usa/
submitted by born-to-ill to asklatinamerica [link] [comments]


2020.05.31 17:57 Prismatta Texto de um possível redditor sobre eficácia de violência em protestos

AFINAL DE CONTAS, A VIOLÊNCIA É POLITICAMENTE EFICAZ?
TL;DR: terrorismo e guerrilha são relativamente ineficazes; quebra-quebra talvez funcione, talvez não; assassinatos definitivamente funcionam (em ditaduras, não em democracias).
O assassinato do afro-americano George Floyd por policiais de Minneapolis gerou escândalo em todo o mundo e levou a uma onda de manifestações na região. Inicialmente pacíficas, elas foram se tornando mais tumultuosas ao longo dos dias. Delegacias foram atacadas, lojas foram incendiadas e saqueadas. O vandalismo atraiu o opróbio de uma fração significativa do espectro político americano que, francamente, não teria lá muita simpatia pelo movimento de qualquer forma. Por outro lado, não são raros nas redes sociais os comentários elogiosos sobre as táticas agressivas da população de Minneapolis, particularmente em comparação a manifestações mais bem-comportadas, mas em última análise inócuas. No Reddit Brasil, uma foto de um prédio em chamas com a legenda “nota de repúdio em Minneapolis” recebeu 2.900 reações positivas em um dia. O gracejo reflete uma crença comum de que atos de violência, insurreições armadas e depredação de propriedades seriam mais eficientes em coagir as autoridades no poder, extrair concessões e atingir objetivos políticos. Entretanto, uma breve análise da literatura em ciência política sobre o tema revela um quadro um pouco mais ambíguo.
Comecemos com a forma mais ubíqua (e destrutiva) de violência política: o terrorismo. Ao longo da história, grupos políticos de todos os matizes lançaram mão de assaltos, sequestros e atentados na luta contra adversários estatais mais poderosos, direcionando os seus ataques à população civil como uma forma de desmoralizar o governo. A sopa de letrinhas inclui nacionalistas dos quatro cantos do mundo – irlandeses, portorriquenhos, bascos, tâmeis, palestinos – e militantes de ambos os lados do espectro político. O que eles conseguiram?
À primeira vista, é possível observar ganhos limitados conseguidos através de táticas de terror. Ao analisarem os padrões geográficos de ataques a bomba em Israel entre 1988 e 2006, Gould e Klor (2010) mostram que eles aumentaram o apoio da população israelense a concessões territoriais a palestinos, com os efeitos sendo mais fortes entre grupos conservadores. Além disso, segundo Pape (2003), grupos políticos que iniciam ataques suicidas também aumentam as chances de que democracias liberais retirem suas forças de ocupação.
Contudo, o quadro é menos positivo no longo prazo. Abrahms (2006) examinou 28 grupos considerados terroristas pelos Departamento de Estado norte-americano, concluindo que apenas 3 (7%) atingiram os seus objetivos autodeclarados ao longo das décadas. Com um banco de dados de 477 campanhas desde 1968, Cronin (2009) encontra um impressionante índice de fracasso absoluto (ou seja, a incapacidade de alcançar qualquer objetivo estratégico) de 94%, com o grupo terrorista médio durando entre cinco e nove anos. Uma coisa é conseguir a saída temporária de forças de segurança em um território restrito; outra, muito diferente, é separar a Irlanda do Norte do Reino Unido, a Chechênia da Rússia ou instaurar uma utopia anarquista na Europa.
Se a prática de atentados contra civis não parece uma estratégia promissora, talvez poderia ser mais produtivo focar contra as forças de segurança do regime. Chenoweth e Stephan (2011) compilaram 323 campanhas violentas e não-violentas entre 1900 e 2006, encontrando uma taxa de sucesso total ou parcial duas vezes maior entre as segundas do que entre as primeiras (52% x 24%). O resultado permanece mesmo quando se leva em conta fatores como o tipo de regime atingido, as suas capacidades e o nível de repressão. Segundo Chenoweth, campanhas de guerrilha apresentam maiores barreiras físicas, morais e informacionais à participação, que é o aspecto mais importante a definir o sucesso de um movimento. Quanto mais pessoas forem para as ruas, e quanto mais diversos forem os setores que elas representam, maiores as chances de defecção nos setores de apoio de um regime (60% em relação às forças de segurança, no caso das maiores campanhas), backfiring em caso de repressão (que tem uma chance 22% maior de ocorrer se o movimento for pacífico) e sanções internacionais. Também nesse sentido, desafios pacíficos a governos latino-americanos tendem a ser respondidos com concessões, enquanto desafios violentos são reprimidos (FRANKLIN, 2009)
Bom, então não há dúvidas: a violência é definitivamente contraprodutiva, certo? Na verdade, as coisas não são tão simples assim. As pesquisas de Chenoweth fazem uma divisão dicotômica entre grupos insurgentes armados e manifestações pacíficas. A codificação de violência em sua amostra é derivada a partir do conjunto de dados “Correlates of War” (COW), que só inclui conflitos em que todos os combatentes estão armados e ocorrem ao menos mil mortes em batalha. No entanto, atos estratégicos de violência podem ocorrer em meio a movimentos majoritariamente não-violentos, como o arremesso de objetos contra policiais, tumultos e destruição de propriedades públicas e privadas. O estudo desse fenômeno, denominado “violência coletiva desarmada”, ainda é bem incipiente. Analisando 103 regimes não-democráticos entre 1990 e 2004, Kadivar e Ketchley (2018) descobrem que esse tipo de ação é positivamente associada à incidência de abertura política, medida como um aumento de até três pontos no score da Polity IV. Além disso, referindo-se à base de dados de campanhas não-violentas utilizada por Chenoweth, os autores apontam que muitos delas, como os protestos no Chile, na Polônia, na Sérvia e em Madagascar, na verdade fizeram uso extensivo da violência coletiva desarmada.
O trabalho de Kadivar e Ketchley (2018) é confirmado por alguns estudos empíricos, mas não por outros. De acordo com Aidt e Leon (2016), tumultos causados por secas aumentam as chances de redemocratização em países da África subsaariana. Bermeo (1997) descobre que a ocupação violenta de fábricas e depredações generalizadas fortalecem a posição de forças moderadas durante suas negociações com regimes autoritários. No caso de concessões em regimes democráticos, McAdam e Su (2002) concluem que protestos mais extremos contra a Guerra do Vietnã aumentaram a fração de votos de congressistas a favor da paz, apesar de terem tornado o processo legislativo mais vagaroso. Por sua vez, manifestações maiores e pacíficas tiveram o efeito contrário, reduzindo a porcentagem de votos pacifistas, mas acelerando as discussões no Congresso. Na França, há evidências de que atos específicos de violência foram produtivos no contexto de greves (SHORTER E TILLY, 1971); na Itália, os efeitos foram opostos (SNYDER E KELLY, 1976). As pesquisas dos anos 70 sobre o efeito de quebra-quebras nas comunidades negras dos EUA têm resultados contraditórios entre si (GIUGNI, 1998).
Nesse campo, o estudo de Huet-Vaughn (2015) chama a atenção. O autor critica boa parte da literatura citada por não ter utilizado variáveis instrumentais para controlar uma possível relação de endogeneidade. Lançando mão dos índices de pluviosidade e a frequência de feriados na França, que reduziriam a incidência de destruição de propriedade por, respectivamente, desencorajarem a prática de atividades fisicamente exaustivas e afastarem os jovens das manifestações, Huet-Vaughn encontra uma relação negativa entre depredações e índices de mudança de política. Ainda assim, ele reconhece que mais pesquisas são necessárias na área. Portanto, os estudos sobre violência política de baixo nível, quer seja na forma de tumultos generalizados ou de atos de depredação em meio a manifestações predominantemente pacíficas, ainda não permitem uma conclusão muito sólida.
Talvez essa discussão meio bizantina dê vontade de simplesmente pegar um revólver e mandar o presidente para a vala. Vejamos no que isso poderia dar. Jones e Olken (2007) compilaram uma base de dados com todas as tentativas de assassinato de chefes de Estado entre 1875 e 2004 – 278, dos quais apenas 59 resultaram em morte. O assassinato bem-sucedido de ditadores aumenta em 13% a chance de transição democrática em comparação com casos mal-sucedidos; enquanto o assassinato de presidentes democráticos não altera a natureza das instituições políticas. De fato, um tiro bem dado em um autocrata leva a uma probabilidade 19% maior de que transferência de poder no futuro ocorram de forma regular; a morte de um líder democrata, novamente, não tem esse efeito. A tendência maior de democratização pode ser observada até 10 anos depois do ato. Resumindo, portanto, o que a ciência política sabe até agora sobre a eficácia política da violência: Terrorismo contra civis praticamente nunca dá certo.
Guerras de guerrilha malogram em ¾ das ocasiões, com a metade da taxa de sucesso de movimentos primariamente não-violentos.
Atos específicos de depredação no bojo de protestos pacíficos têm efeitos bastante controversos (achei mais estudos que encontravam efeitos positivos do que negativos, mas entre os últimos está aquele que aparenta ser mais metodologicamente rigoroso, embora limitado do ponto de vista geográfico).
Mandar um ditador comer capim pela raiz (o que não é nada fácil, já que tentativas de assassinato têm um índice de fracasso de 75%) aumenta significativamente as chances de redemocratização, mas matar um democrata não tem efeito nenhum.
AVISO: EVITEI POSTAR O NOME DO SUJEITO POR CONTA DA PRIVACIDADE DO AUTOR E DE SEU USUÁRIO, PORÉM SE ELE SENTIR CONFORTÁVEL, POSSO COLOCAR OS CRÉDITOS.
submitted by Prismatta to brasil [link] [comments]


2020.05.22 15:29 diplohora OTAN : Oganizaçao do tratado Atlantico Norte (1949)

OTAN : Oganizaçao do tratado Atlantico Norte (1949)

https://preview.redd.it/2hrj7su4jb051.jpg?width=640&format=pjpg&auto=webp&s=42c62d17a9a109af3dc4f38ef3d2f2c40ce74bdc
A Organização do Tratado do Atlântico Norte (#OTAN) foi criada pelo Tratado de Washington📜 (ou Tratado do Atlântico Norte), assinado em 1949, e tem sede em Bruxelas. A OTAN constitui um sistema de defesa coletiva, por meio do qual seus Estados membros se comprometem, ao amparo do artigo 5º de seu tratado fundador, com a defesa mútua🛡 em resposta a um ataque externo🔫. Desde sua fundação, a OTAN passou dos doze membros originais para os atuais 29📈*. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ A OTAN também coopera com países reconhecidos como "parceiros globais", os quais incluem Afeganistão🇦🇫, Austrália🇦🇺, Colômbia🇨🇴 (único latino-americano), Coreia do Sul🇰🇷, Iraque🇮🇶, Japão🇯🇵, Mongólia🇲🇳, Nova Zelândia🇳🇿 e Paquistão🇵🇰. Esse status permite a cooperação🤝 em diversas áreas, sem exigir participação em operações militares. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ *Atualização: a Macedônia do Norte ingressou na OTAN em 2020, aumentando o número de membros da organização para 30. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ #CACD #CACD2020 #cacdista #cacdistas #politicainternacional #políticainternacional #diplomacia #politicaexterna #políticaexterna #IRBr #relacoesinternacionais #relaçõesinternacionais #relaçoesinternacionais #diplomata #IADES #Cespe #Cebraspe #concurso #study #studygram #estudar #atualidades #Itamaraty #NATO #segurança #segurançainternacional #defesacoletiva #segurançacoletiva
submitted by diplohora to brasilCACD [link] [comments]


2020.05.01 00:19 JorgeAmVF Quase 80% dos médicos latino-americanos veem países despreparados para pior da pandemia

Quase 80% dos médicos latino-americanos veem países despreparados para pior da pandemia submitted by JorgeAmVF to geopolitica [link] [comments]


2020.04.27 23:00 JorgeAmVF Coronavírus: países latino-americanos usam dinheiro apreendido do narcotráfico e da corrupção para combater covid-19

Coronavírus: países latino-americanos usam dinheiro apreendido do narcotráfico e da corrupção para combater covid-19 submitted by JorgeAmVF to geopolitica [link] [comments]


2020.04.04 07:09 renanlarrieu Um absurdo inadmissível! Trump pede para que a principal fabricante de insumos hospitalares, a empresa 3M, também americana, deixe de exportar seus produtos para países latino americanos e Canadá para dar prioridade aos pedidos feitos pelos EUA

Um absurdo inadmissível! Trump pede para que a principal fabricante de insumos hospitalares, a empresa 3M, também americana, deixe de exportar seus produtos para países latino americanos e Canadá para dar prioridade aos pedidos feitos pelos EUA submitted by renanlarrieu to coronabr [link] [comments]


2020.03.30 16:26 meucat Analisando com critério cientifico, ha somente um antidoto eficaz e eficiente contra o coronavírus. A noticia ruim é que nos no ocidente não temos este antidoto.

Tenho escutado algumas teses que no inicio me pareciam bastante lógicas sobre como a pandemia está agindo no mundo. Algumas destas teses eu achava que tinham sustento, outras que nunca iam funcionar. Sempre tento analisar os dados diretamente da fonte e tirar conclusões a partir deles, nunca me guiar pelo que dizem os "espertos" da mídia.
1) A Itália e Espanha tem muitos idosos, vivem em clima frio estão tudo amontoado em pequenas cidades medievais, por este motivo morre muita gente. Esta hipótese sempre me pareceu correta, é a mesma que o Bolsonaro costuma divulgar. Hoje reconheço que é uma hipótese errada.
2) A quarentena vai nos salvar, a curva vai ser achatada, o problema é que se a curva for muito alta não tem hospitais para todos então a quarentena é o melhor caminho. Esta hipótese sempre me pareceu errada. Hoje reconheço que sim, ela é errada e eu tinha razão o tempo todo.
3) É importante que os governos tomem medidas urgentes para conter a pandemia. Somente uma politica centralizada e bem direcionada a partir do governo pode conter a expansão da doença. Hoje percebo que isto é uma grande besteira. Governos não podem fazer nada, por mais que tentem.
A grande sacada é que o que importa mesmo é a disciplina e o sentido social que tem dentro de cada pessoa, que faz com que ela tome atitudes que ja vem de muitas gerações anteriores, no sentido de no prejudicar o cara que está do lado.
Os orientais (chineses, coreanos ou japoneses) tem esta forma de encarar a vida, eles se sentem como formigas no formigueiro, ou abelhas no abelheiro, cada um sabe que pertence a uma coletividade que se prejudica o próximo se ferra também, então todas as ações destes povos estão sempre direcionados neste sentido.
Nos ocidentais por outro lado (mesmo americanos, latinos, grande parte de europeus) temos uma cultura individualista. MEUS direitos, MEUS bens, MINHA vida. Qualquer coisa e chama o advogado para brigar pelos MEUS direitos. A rua quebrou? a prefeitura tem que consertar, para isto EU pago os impostos. Nos países orientais é assim: a rua quebrou? eu vou la e conserto, é a minha obrigação, quanto mais rápido eu consertar, todos nos vamos beneficiar.
O resultado prático de toda esta ladainha é a seguinte:
a) Itália, 14 milhões de idosos, coronavírus chegou lá em fevereiro, taxa de mortalidade 1.500 a cada 10 milhões de habitantes
b) Japão, 35 milhões de idosos (2,5 vezes mais que a Italia e 2 vezes mais que o Brasil), coronavírus chegou lá também em fevereiro igual que Italia, taxa de mortalidade 4 (quatro !) a cada 10 milhões de habitantes
c) Itália, o governo central impôs uma quarentena total com fronteiras, comercio e transito completamente bloqueados,
d) Japão, sem quarentena, o governo apenas recomenda não aglomerar e seguir os padrões de saúde para estes casos, tudo está funcionando, comercio, viagens hotéis
Agora cada um tire as conclusões que quiser sobre "eficiencia das medidas do governo", "quantidade de idosos" e taxa de mortalidade.
So lembrando, na Italia morrem 1.500 (um mil quinhentos) pessoas por cada 10 milhões, no Japão morrem 4 (quatro !) a cada 10 milhões, ou seja 1.500/4 = 375 vezes menos.
https://www.clarin.com/sociedad/coronavirus-mundo-tasa-mortalidad-fuerte-variaciones-oriente-occidente_0_iRU9z3S7R.html
submitted by meucat to brasilivre [link] [comments]


2020.03.27 21:31 pajavu Revista científica Lancet critica ações do Presidente.

https://g1.globo.com/bemestacoronavirus/noticia/2020/03/27/revista-cientifica-cita-bolsonaro-e-critica-paises-que-nao-levam-a-serio-a-ameaca-da-covid-19.ghtml

Revista científica cita Bolsonaro e critica países que não levam a sério a ameaça da Covid-19

'The Lancet' diz que presidente brasileiro tem 'resposta fraca' ao vírus e que está passando por intensa reação pública e sendo criticado por especialistas.

A revista científica "The Lancet", uma das mais respeitadas do mundo entre os cientistas, publicou um posicionamento 30686-3/fulltext)nesta sexta-feira (27) no qual critica as respostas de alguns governos que não foram rápidos ao exigir o isolamento da população devido ao coronavírus Sars-CoV-2. O único presidente citado diretamente foi Jair Bolsonaro.
"Muitos governos federais responderam rapidamente, mas muitos ainda não levam a sério a ameaça da Covid-19 - por exemplo, ignorando a recomendação da Organização Mundial da Saúde contra aglomerações. O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, tem sido fortemente criticado por especialistas da área da saúde e enfrenta uma intensa reação pública por sua fraca resposta", disse o texto da "The Lancet".
A revista chama a atenção para países como os Estados Unidos, Reino Unido e Suécia que tiveram respostas lentas e hoje criticadas. Também diz que "inevitavelmente" a próxima onda de infecções irá atingir a África e a América Latina. Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças, braço do órgão dos Estados Unidos baseado na África, já detectaram a doença em 41 países do continente. Brasil, México e Peru já relatam milhares de casos.

"A maioria dos países africanos ou latino-americanos tem apenas dezenas ou centenas de ventiladores e muitas unidades de saúde não possuem terapias básicas, como o suporte de oxigênio. Os sistemas frágeis de saúde logo serão sobrecarregados se a infecção se espalhar amplamente. As pessoas que vivem em áreas urbanas pobres e superlotadas são especialmente vulneráveis. Muitos não têm saneamento básico, não podem se isolar e não têm licença médica paga ou previdência social", completaram os editores da revista.
submitted by pajavu to coronabr [link] [comments]


2020.03.09 19:16 Morenofael La reunion de los paises latinos que no hablam español.

Lo siento por cualquier error de español.
Como diz el título: Eras la primera reunión do los países latinos que no hablam español. Como la reunión estava ocurriendo en Brasil, Brasil eras el primero a hablar:
- Bom dia, e sejam muito bem-vindos à esta reunião. Como todos vocês sabem, espanhol é o idioma mais falado na América Latina. Eu estava pensando em fazer esta reunião. O objetivo dela é que nós possamos ter melhor compreensão uns dos outros, e formar alianças fortes, visto que é mais difícil fazer isso com países que não falam algo parecido com português.
Brasil eras el único pais que hablava portugués, nadie entendió. Los países que hablavam ingles dician cosas como "Did anyone understand?" o "Can you repeat?" Brasil havia esquecido el traductor.
- Então eu sou o único aqui que fala português...
Guiana Francesa erguió la mano:
- Est-ce que quelqu'un ici parle français?
- Je parle. - dice Haiti.
Guiana Francesa y Haiti fican lado a lado, y conversan acerca de política, economia, derechos humanos y otras cosas que países deviam conversar entre sí.
Depués de los países hablantes de inglês conversarem mucho, Dominica levanta y dis:
- Does anyone here speakes English?
- Me! - Says Canada.
- Why are you here?
- I am here to traduce French and English.
Después de un tiempo conversando, la reunión se sierra. Unos meses después, brasil habla con portugal:
- Acho que eu posso dizer que a reunião foi um sucesso.
- O que vocês fizeram?
- O de sempre. Acordos. Mas o melhor de tudo foi a criação do UDPLAQNFE.
- O que é isso?
- União Dos Países Latino-Americanos Que Não Falam Espanhol. Ainda estou pensando em um nome bom.
- Com isso, a America Latina vira um barril de pólvora, você não acha?
- Pois é, já estamos começando a guerra de informação latino-americana.
submitted by Morenofael to latinoamerica [link] [comments]


2020.02.04 23:06 jacaredoacudevelho O brasileiro fala merda, mas é culturalmente tão ignorante quanto um americano

No YouTube, no barzinho, no reddit, ou seja, em qualquer canto eu vejo brasileiros comentando como americanos são burros em questão de geografia, são super americentristas e vivem numa bolha. Mas a real é que o brasileiro é a mesma coisa, ou ainda pior já que é culturamente colonizado por americanos.
Geografia:
O brasileiro ri e xinga o americano porque não sabe quais são os países sulamericanos e porque acham que aqui falamos espanhol ou a nossa capital é Buenos Aires ou o Rio, entretanto se você mostrar um mapa da América Central, Ásia, Leste Europeu ou África e perguntar sobre que país é qual, qual a capital ou qual língua se fala lá ele vai ser tão burro como o americano.
América Latina:
O brasileiro desde sempre se achou superior a todos os seus vizinhos latinoamericanos, sempre disse "nós somos mais parecidos com a europa do que com nossos vizinhos" e sempre cagou pra cultura deles, tendo uma visão superficial e estereotipada. O gosto real do brasileiro por reggaeton e similares só chegou ao Brasil porque descendentes de latinos são uma população expressiva dos EUA e eles começaram a fazer sucesso lá e o Brasil pra variar, importou a tendência. Anteriormente só algumas coisinhas do resto da América Latina realmente fizeram sucesso aqui tipo Chaves/Chapolin. Novelas mexicanas sempre foram zuadas pelo pessoal aqui, RBD e novelas infantis argentinas/mexicanas eram produtos de nicho.
África:
O Brasil é um país que tem muita influência africana, mas o atual intercâmbio cultural entre as duas regiões beira o nulo, no máximo o Brasil exporta coisas pra Angola e Moçambique, mas nada vem de volta. Toda noção de cultura negra que o brasileiro curte ou já é enraizada daqui (o que é normal) ou vem de um único outro canto: EUA. Você não vê a galera comentando de músicos, atores, escritores, filmes ou personalidades africanas, o que é curioso.
Ásia:
O brasileiro só conhece três coisas da Ásia: AliExpress, animes e kpop. Tá, essas são três coisas importantíssimas da cultura da China, Japão e Coreia do Sul, mas ao mesmo tempo são ou superficiais, ou fetichizadas ou de muito nicho.
Cultura pop:
O brasileiro só escuta música em inglês, só assiste filme em inglês, os best-sellers são americanos/ingleses, só consome vlog de americano etc. . O brasileiro acha que tudo que não vem do Brasil ou dos EUA/Inglaterra é estranho.
Xenofobia, racismo etc.:
O brasileiro é extremamente xenofóbico e preconceituoso. O pessoal acha normal chamar chinês de xing xong ou fazer piadas claramente preconceituosas tipo pastel de flango, olho puxado, pau pequeno, zuar africano passando fome, indiano de fedorento, hispanoamericanos de índios, piadas de portugueses, franceses de fedorentos ou frescos etc. A resposta do brasileiro quando é confrontado???? "Tô só zuando, pô" .......................................................................
Dito isto, acho que o brasileiro devia vestir as sandálias da humildade e ser mais aberto ao diferente antes de falar merda de outros países.
submitted by jacaredoacudevelho to brasil [link] [comments]


2020.01.16 13:34 gfcacdista Brasil suspende participação em organização que reúne 33 países latino americanos

Brasil suspende participação em organização que reúne 33 países latino americanos submitted by gfcacdista to brasilCACD [link] [comments]


Significado Nombres de países de Latino América 🌟 Curiosas ... ACENTOS LATINOAMERICANOS - YouTube Los 10 países latinoamericanos que van a desaparecer - YouTube Los 20 países MÁS ENDEUDADOS de América Latina - YouTube Geografia 8° ano - América Latina PAISES LATINOAMERICANOS QUE SERAN DESARROLLADOS EL 2020 Los 10 países con más ORO de América Latina - YouTube AMÉRICA LATINA 10 PAÍSES MÁS RICOS DE AMÉRICA LATINA PARA 2020 - YouTube países latinoamericanos mapa Latinoamérica - YouTube

Países latino-americanos querem mais tempo para aderir a ...

  1. Significado Nombres de países de Latino América 🌟 Curiosas ...
  2. ACENTOS LATINOAMERICANOS - YouTube
  3. Los 10 países latinoamericanos que van a desaparecer - YouTube
  4. Los 20 países MÁS ENDEUDADOS de América Latina - YouTube
  5. Geografia 8° ano - América Latina
  6. PAISES LATINOAMERICANOS QUE SERAN DESARROLLADOS EL 2020
  7. Los 10 países con más ORO de América Latina - YouTube
  8. AMÉRICA LATINA
  9. 10 PAÍSES MÁS RICOS DE AMÉRICA LATINA PARA 2020 - YouTube
  10. países latinoamericanos mapa Latinoamérica - YouTube

★ BENDITOS CANALES: BENDITO PODER: http://bit.ly/2KivRIz BENDITO EXTRANJERO: http://www.youtube.com/benditoextranjero BENDITO OCIO: http://www.youtube.com/be... ★ BENDITOS CANALES: BENDITO PODER: http://bit.ly/2KivRIz BENDITO EXTRANJERO: http://www.youtube.com/benditoextranjero BENDITO OCIO: http://www.youtube.com/be... ♛BENDITOS CANALES: BENDITO EXTRANJERO: http://www.youtube.com/benditoextranjero BENDITO OCIO: http://www.youtube.com/benditoocio BENDITO GRANADINO: http://bi... Los 3 Paises Mas Ricos y Desarrollados y Mejores Para Vivir en Suramerica - Duration: 2:16. AmericaSudaca 484,996 views. 2:16. Las 10 economías más grandes de América Latina en el 2027 ... ¡Este día te mostramos los acentos de todos los países Latinoamericanos, desde México hasta Argentina, y sus diferencias por regiones si tienen importancia! ... test países latinoamericanos mapa Latinoamérica. Juega a adivinar países latinoamericanos sobre mapa. Test de países de América Latina adivina en mapa que pa... Os Países da América do Sul - Duration: 2:00. Cuper Colored 108,320 views. 2:00. Language: English Location: United States Restricted Mode: Off History Help Aula de introdução aos principais conceitos e características dos países latino-americanos. Hoy vamos a conocer el origen y significado de los nombres de los países de Latino América ... ¡Este día te mostramos los países que serán los más ricos en el año 2020, de América Latina, puedes encontrar de dónde sacamos la información más abajo! AVIS...